Dirigido por Robert Mulligan e estrelado por Gary Grimes, Jerry Houser, Oliver Conant e Jennifer O’. Neill.
Olá a todos. Eu estou de volta com mais uma análise de filme e se tem um filme onde a história tenha me marcado tanto além da trilha sonora e que me emociona demais é esse filme. Toda vez que eu ouço The Summer of 42 de Michel Legrand eu sou transportada do meu corpo e a minha mente viaja. Eu ouço até os dias atuais. Inclusive estou ouvindo agora mesmo enquanto escrevo essa matéria. Com certeza absoluta já ouvi essa música mais de 300 vezes. Só o clipe foi no mínimo 100.
Quem me conhece sabe que sou uma eterna romântica e esse tipo de história me prende do começo ao fim. Estou até pensando em fazer um vídeo no meu canal, Psicóloga no cinema, de tanto amor que tenho por essa história.
Quando esse filme foi lançado, eu não tinha nascido ainda. Só nasci quatro anos depois, mas vi na televisão aberta pela primeira vez e me apaixonei completamente por tudo. Se eu estou emocionada agora só de escrever sobre esse filme? Com certeza. E olha que não sou de chorar, mas enfim… Vou fazer um resumo dele.
A trama é baseada nas lembranças reais do roteirista Herman Raucher, que volta para uma época que não volta mais, o verão de 42 com um ar nostálgico a transição da adolescência para a vida adulta.
Nesse verão, o jovem Hermie (Gary Grimes), de 15 anos, passa as férias em uma pequena ilha na costa de Nantucket, nos Estados Unidos com seus amigos inseparáveis. O falante e atrevido Oscy (Jerry Houser) e Benjie (Oliver Conant). Juntos, eles vivem suas típicas aventuras que os adolescentes faziam naquela época. E o filme vai mostrando as curiosidades que eles tinham em vários assuntos. Tanto financeiros e sobre profissões quanto sexuais e amorosos.
Enfim, esse filme fala sobre a descoberta do amor, do sexo. Fala sobre perdas e vivenciar momentos inesquecíveis e mágicos. Hermie acaba se apaixonando por Dorothy (Jennifer O’. Neill), uma mulher recém-casada, que passa o verão na ilha, esperando que seu marido volte da Guerra. O jovem fica encantado por sua beleza e charme. Ele começa a ajudá-la em pequenas tarefas e assim desenvolvendo um laço com ela. E acaba se apaixonando de verdade. Infelizmente, o marido dela morre na Guerra e ela fica devastada. Dorothy encontra refúgio nos braços de Hermie e os dois têm uma experiência transformadora e única. E essa muda totalmente a vida desse jovem rapaz.
O filme termina com uma narração em um tom reflexivo. Onde o adulto Hermie lembrando com saudosismo, carregada de conhecimento. Já que foi nesse verão que ele se tornou um homem. Eu sei que é assunto delicado e sensível, mas não resisti e tive que trazer para cá.
A trilha sonora de Michel Legrand ganhou o Oscar de melhor trilha sonora original. E foi merecido. Eu ainda estou escrevendo ouvindo a canção.
Bem essa Psicóloga Cinéfila vai ficando por aqui, com a voz embargada e totalmente emocionada. Quem quiser deixar comentários, fique a vontade. Um beijo e até a próxima matéria.
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Parabéns pela análise do filme