Análise do filme: Um homem de família. (2000)

Critica de Filmes Natal

Dirigido por Brett Ratner e estrelado por Nicolas Cage, Téa Leoni, Don Cheadle.

Esse filme mistura drama, fantasia, romance e filme natalino. Eu particularmente gosto desse filme. E acho que Nicolas Cage está muito bem nesse papel. Téa Leoni também.

Esse é aquele tipo de filme que começa como uma comédia leve, mas aos poucos vai mudando e se torna um drama romântico com várias camadas emocionais. Sabe aquela famosa frase que pelo menos uma vez na vida já pensamos e que sempre gostaríamos de realmente saber o resultado. Estou falando da famosa frase: E se? Quem é que nunca fez essa pergunta. Quantas vezes em nossas vidas e ficamos divididos e não sabemos qual rota tomar? Aí um tempo depois quando paramos para pensar sobre isso nos indagamos com essa pergunta… Mas e se eu tivesse ido por aquele caminho? Ou se eu tivesse escolhido outra profissão e assim por diante.

Esse filme fala de segundas oportunidades. O que infelizmente não ocorre na vida real. Pelo menos não com muita frequência. Enquanto eu via esse filme, veio em minha mente alguns outros como, por exemplo, Doce Novembro com Keanu Reeves, Um anjo caiu do céu de 1947 com Cary Grant e até mesmo o A felicidade não se compra de 1946. Eu nem preciso dizer que adoro esse tipo de filme e mais uma vez fiquei encantada e acabei nem percebendo o tempo passar. Se eu recomendo esse filme? Com certeza.

Mas vamos lá. Vou fazer a sinopse de Um homem de família.

Jack Campbell (Nicolas Cage) é um executivo de Wall Street. É muito bem sucedido, rico e poderoso. Ele leva uma vida luxuosa, com todo o conforto que o dinheiro pode proporcionar. Seu apartamento é impecável e ele é viciado em trabalho. Mas essa vida que para os outros é perfeita, não é bem assim. Jack leva uma vida solitária, tem um vazio interior enorme, é frio, distante, imaturo emocionalmente. Inclusive de Kate Reynolds (Téa Leoni), o grande amor da vida dele. Ele a deixou para trás há 13 anos para seguir com sua ambição profissional e se tornar o homem poderoso que ele era hoje.

Aí eu lhe pergunto. Será que ele era realmente feliz? Claro que não. Ninguém chegava aos pés da Kate. Ele não conseguia ter um envolvimento emocional com nenhuma outra mulher e sabia disso.

Tudo muda na véspera de Natal, quando Jack interfere em um assalto em uma loja de conveniência e encontra o misterioso Cash (Don Cheadle). Que sente pena dele e mostra ao Jack como seria sua vida se ele tivesse escolhido ficar com Kate.

No dia seguinte, Jack acorda em uma realidade completamente diferente. Ele não é mais podre de rico, e sim, um vendedor de pneus em Nova Jersey. Ele é casado com Kate e o casal tem dois filhos.

Desesperado, Jack tenta entender o que aconteceu para ele estar vivendo essa “vida alternativa”. E no começo, rejeita tudo. O trabalho simples, a casa modesta, as responsabilidades familiares. Afinal Jack não estava acostumado com nada disso. E mesmo amando Kate com paixão, apenas deseja voltar a sua realidade de luxo. Porém, algo dentro dele mudou. E aquela vida simples com a “família” fez com que ele redescobrisse sentimentos profundos que ele tinha pensado estarem enterrados. E com isso vindo à tona, aquele homem que era magnata percebe o valor que os verdadeiros laços afetivos possuem. E começa a se apaixonar pela vida que ele não tinha escolhido para ele.

Conforme um próximo Natal se aproxima, Jack precisa decidir o que ele quer da vida. Será que ele quer realmente voltar para sua vida de solteiro milionário? Ou viver com a família que o destino deu a ele? Algo completamente inesperado, mas que o ensinou a viver como ninguém.

Quando as coisas mudam novamente e ele volta a sua vida de magnata, Jack percebe que nada disso faz sentido se não tiver Kate ao lado dele. E passa a procurar o grande amor da vida dele nesse mundo que ele estava acostumado a viver. Será que Jack conseguirá se reconectar com ela nesse mundo? Ou já era tarde demais?

Bem, eu vou ficando por aqui. Mas o que vocês acharam desse filme? Confesso que eu muitas vezes me vi pensativa e querendo essa outra oportunidade da vida. Quem não iria querer.

Quem quiser comentar abaixo, fique a vontade. Um beijo a todos e até a próxima matéria.

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