O documentário ” Caso Eloá”: Refém Ao Vivo, que chegou nesse mês de novembro no Streaming da Netflix, traz os bastidores que mexeu com as estruturas tanto na base policial quanto na mídia jornalística.
O Caso da jovem Eloá, que foi mantida em cárcere privado em seu apartamento situado em Santo André ( SP) pelo ex-namorado Lindemberg Alves no mês de outubro de 2008, que acabou resultando em tragédia e gerou comoção em todo Brasil.
Com direção de Chris Ghattas, o documentário traz vários depoimentos de familiares, jornalistas e da própria polícia que vivenciaram o caso.
O grande embate da guerra de audiências de emissoras também entrou em pauta, principalmente em relação a própria ética jornalística em paralelo o trabalho da polícia que foi bastante criticada.
Um fato que chamou a atenção foi, em não falar do pai de Eloá, que era um fugitivo da polícia, e em razão de sua imagem parecer nos jornais televisivo, ele acabou sendo preso. O mesmo concedeu entrevista no documentário, mas em nenhum momento foi questionado sobre o assunto.
No geral o documentário, explana alguns fatos inéditos, mas pode decepcionar quem assistia os telejornais na época com sucessivas imagens de arquivos, que era rotina nas programações locais.
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