Dirigido por Richard Quine e estrelado por Audrey Hepburn, William Holden, Tony Curtis, Noël Coward, Grégoire Aslan, Raymond Bussières e Marlene Dietrich.
Outra grande comédia romântica para mim. E essa, tem uma dose de ação e aventura. E que de certa forma também é inteligente e estilosa. Audrey Hepburn contracena com William Holden, Tony Curtis e Marlene Dietrich. Eu dou muita risada em algumas cenas. Tem uma cena que o personagem do William Holden narra a Audrey Hepburn e ela começa a imaginar a cena. A personagem dela está em uma lanchonete e vê o personagem do Tony Curtis e ela dá um tchau para ele com a mão. A forma como ela deu esse tchau para mim foi muito divertida.
Alexander Meyerheim (Noel Coward) é um produtor de Hollywood que contratou Richard Benson (William Holden), um roteirista, já que gostou do título da história prometida por Richard. “A moça que roubou a Torre Eiffell”. E mesmo ele sendo um homem criativo, é alguém com pouca disposição para escrever. Ele prefere passar o tempo bebendo e se divertindo a fazer seu trabalho. Mas Alexander deseja que Richard entregue esse livro que será usado como um roteiro, e pronto para ser filmado, em dois dias. São 138 páginas que ele não fez nenhuma.
Antes de o produtor chegar a Paris, Richard contrata Gabrielle Simpson. (Audrey Hepburn), uma secretária experiente e bem rápida em digitar e assim passar para o papel.
Richard até pensou em negar, mas já tinha uma dívida enorme e precisava de dinheiro. Ele parecia estar com bloqueio criativo e quando Gabrielle chegou as coisas começaram a mudar. Ela era uma estenografa profissional e que irá ajudá-lo a escrever essa história.
Quando Gabrielle chega ao apartamento, encontra um homem charmoso, mulherengo, caótico e totalmente sem rumo. Vivendo entre garrafas vazias, notas perdidas e devaneios cinematográficos. Eles começam discordando sobre os temas escolhidos e tenta fazer com que ele levasse mais sério as coisas.
Mas ele começa a contar histórias delirantes, mas também engraçadas e caóticas. E cada sugestão vira uma aventura fictícia. E o filme vai alternando entre imaginação de ambos a realidade. Apresentando versões exageradas e divertidas das situações que eles criaram: Espionagem, melodrama romântico, mistério, ação. Tudo junto e misturado. E assim mostrando vários gêneros de filmes hollywoodianos.
No começo Gabrielle era tímida, e ficava toda sem graça ao lado dele, mas aos poucos as coisas vão mudando. E passa a ajudar com o caos criativo dele. E os dois vão começando a sentir algo um pelo outro. A química entre Audrey Hepburn e William Holden é ótima. E os dois ficam muito bem juntos. E há essa magia acontecendo entre eles e aumentando cada vez mais.
Entre fantasias cinematográficas e diálogos inteligentes e espirituosos, Gabrielle percebe que ele usa o humor e a ficção como forma de evitar seus medos, responsabilidades e sentimentos reais.
Sim, é um mecanismo de defesa dele. Usar o humor, o sarcasmo como fuga. E quando ambos precisam encarar a vida fora do roteiro, Gabrielle e Richard se dão conta que talvez a história mais importante e a mais difícil de escrever, é a que está surgindo entre eles. Algo real e verdadeiro, porém será que ele está preparado para viver algo sério com ela?
E vocês? O que vocês acharam do filme? Quem quiser comentar sobre o filme, fique a vontade. Beijos e até a próxima matéria.
![]()

Parabéns, pelo Artigo.
Mais um grande classico do Cinema
Obrigada, Marcelo. É outro filme que eu adoro e não pude deixar de fora. Obrigada pela força de sempre.