Análise do filme: Leis da atração. (2004)

Critica de Filmes

Dirigido por Peter Howitt e estrelado por: Pierce Brosnan, Julianne Moore, Michael Sheen, Parker Posey, Frances Fisher, Marc Turtletaub e Sara Gilbert.

Esse filme é uma das melhores comédias românticas para mim no começo de 2000. Sempre achei Pierce Brosnan charmoso. Desde o primeiro filme ainda na época de 80 que vi com ele. E com Julianne Moore deu um charme a mais. Adoro esse estilo de filme e não poderia deixar de fora esse filme.

A trama gira em torno de Audrey Woods e de Daniel. Dois advogados completamente diferente um do outro, mas que você nota uma química irresistível desde a primeira cena juntos. Eu dou muita risada nesse filme e fico que nem uma boba vendo os dois juntos.

Audrey Woods (Julianne Moore) é uma advogada mais séria, rígida, disciplinada e meticulosa, Ela construiu sua carreira com base no controle absoluto. Tanto em sua vida profissional quanto no pessoal. Enquanto Daniel Rafferty (Pierce Brosnan) é o oposto. É igualmente talentoso, mas é descontraído, intuitivo e usa a improvisação como seu aliado.

Como duas pessoas completamente opostas irão conseguir viver e trabalhar juntos ou até mesmo se apaixonar? As razões do amor só o destino sabe.

Os dois pegam casos de ricos e famosos. E a rivalidade entre ambos é constante. Repleta de ironias e provocações. Além da tensão romântica que é evidente, mas que principalmente Audrey tenta ignorar.

Quando ocorre um novo escândalo na cidade, envolvendo uma estilista famosa e um roqueiro rebelde se torna o centro das atenções, Audrey e Daniel são chamados para representá-los. A disputa entre os dois é acirrada e ambos não querem dar o braço a torcer. Eles vão até Irlanda para investigar os detalhes do casamento do casal que eles estão cuidando. E, durante uma noite de festa típica irlandesa, entre músicas, danças e bebidas, Audrey e Daniel acabam se casando.

No dia seguinte, os sentimentos deles também são opostos complementares. Audrey nega os sentimentos que tem por Daniel e fala em procurar o divórcio ou anular o casamento, mas não deixa de estar feliz por dentro. Enquanto Daniel mostra a sua felicidade em estar casado com a mulher que ele é apaixonado e que tenta de todas as formas “derreter o gelo” dela. E alcançar o coração.

Eles voltam para Nova York e quando chegam à cidade, tentam lidar com as consequências do próprio casamento. Enquanto continuam defendendo seus clientes no processo de separação.

E aos poucos, apesar das diferenças entre eles, há uma conexão profunda e sincera que vai muito além da rivalidade profissional. Ele vai morar na mesma casa que ela e tentar conviver o mais amigável possível. No início foi bem difícil, porém aos poucos eles vão conseguindo. Audrey e Daniel descobrem que a química que sempre existiu entre eles é mais forte que suas divergências.

O que pode ter começado com um erro impulsivo pode se transformar em um relacionamento verdadeiro. Já que ambos estão interessados em deixarem as barreiras caírem.

Enfim, o filme é uma mistura de romance, humor e encontros desastrosos, caóticos e enquanto isso, os dois vão aprendendo até mesmo de uma forma inesperada, que o amor não segue regras e nem estratégias e que a vida pode ser muito mais surpreendente quando é permitida uma pequena dose de caos e humor.

Confesso que foi interessante para mim ver Julianne Moore mais rígida, controlada, séria e o Pierce mais brincalhão, impulsivo. Se bem que charmoso ele sempre foi.

E para vocês? O que vocês acharam do filme? Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo e até a próxima matéria.

Loading

Compartilhe nosso artigo

1 thought on “Análise do filme: Leis da atração. (2004)

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *