Dirigido por Tony Bancroft e Barry Cook, Tem as vozes originais de: Eddie Murphy, Ming-Na Wen, Pat Morita, Harvey Fierstein, Donny Osmond, James Hong, Miguel Ferrer e Lea Salonga.
Essa animação foi produzida pela Disney. É um musical infantil e para mim, é uma das melhores animações que existe.
A trama acompanha a vida de Fa Mulan (Ming-Na Wen), uma jovem chinesa que é muito inteligente, sensível, mas também perita em artes marciais e uma pessoa extremamente racional. Vive em uma comunidade tradicional onde o valor de uma mulher está ligado ao casamento e ao dever familiar.
E Mulan não se encaixa nesse papel. E sente-se culpada por decepcionar a família, especialmente depois de falhar na prova da casamenteira.
Enquanto isso, O Império Chinês enfrenta uma grave ameaça: Os Hunos, liderados pelo implacável Shan Yu (Miguel Ferrer), invadiram a Muralha da China. O imperador (Pat Morita) decreta que cada família envie um homem para o exército. Quando o missionário imperial chega à casa da família Fa, Fa Zhou, o pai de Mulan está debilitado e não está habilitado em participar da convocação, ele é convocado, mas ela diz ir ao invés do pai. E isso para sua família foi visto como sentença de morte.
Mulan reflete sobre se ela deveria ir ao invés do pai, já que ele não pode ir. Mesmo ele sendo veterano, provavelmente voltaria bem pior. Então, ela corta o cabelo, veste a armadura do pai e se passa por homem. E diz se chamar “Ping”. E com a ajuda do pequeno dragão Mushu (Eddie Murphy), que foi enviado pelos ancestrais para ajudá-la, e o grilo da sorte Gri-Gri, ela parte em segredo para se alistar no exército.
No acampamento militar, Mulan enfrenta dificuldades iniciais para se adaptar ao comportamento masculino e ao rigor do treinamento, mas aos poucos vai ganhando força, habilidade e respeito entre os soldados, especialmente do capitão Li Shang que admira sua determinação e coragem.
Quando o exército descobre que os Hunos sobreviventes estão se reagrupando, o batalhão segue para as montanhas, onde acontece uma batalha brutal. Durante a batalha, Mulan teve a ideia de usar um canhão para provocar uma avalanche, destruindo uma grande parte do exército inimigo. Ela salva seus parceiros, mas se fere. E nesse momento, durante o tratamento médico, sua identidade é revelada. E nesse momento, ela é expulsa e é desonrada.
É como se não importasse as coisas boas que ela fez. Por ser uma mulher foi vista como alguém que desonrou os pais e os seus pais.
Ela vai embora e durante o caminho, sozinha na neve, Mulan descobre que Shan Yu e alguns soldados sobreviventes irão atacar novamente o Imperador. Determinada a impedir o ataque e salvar a China, Mulan corre para a capital. E chegando lá, com a ajuda de Mushu, Shung e seus amigos do exército, ela arquiteta um plano para deter Shan Yu.
Mulan consegue enganar o líder Huno e Mushu o derruba com um foguete. A China é salva, e o Imperador sabendo o que aconteceu e quem o salvou, em um ato de heroísmo, honra Mulan publicamente. Algo inédito para uma mulher.
Mulan volta para casa levando presentes do Imperador e reencontra o pai, que a recolhe com amor e orgulho. E deixando bem claro que ela sempre foi a sua maior honra.
E quando Shang vistita a família Fa, algo estava diferente. E os dois começaram a criar um laço romântico, unindo os dois.
Essa animação sempre me emociona. Eu amo a cultura asiática e sempre que posso estou vendo filmes, séries sobre eles. Aos poucos vou trazendo por aqui algumas coisas feitas pela cultura asiática.
E vocês? O que vocês acharam dessa animação. Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo a todos e até a próxima matéria.
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Parabéns, pelo artigo
Ótima análise deste filme icônico e revolucionário, parabéns Mirian!
Obrigada pela força, Lívia. Eu amo esse filme. Logo eu posto a continuação.
Parabéns pelo artigo!