Análise do filme: Sob o mesmo céu. (2015)

Critica de Filmes

Dirigido por Cameron Crowe e estrelado por Emma Stone, Bradley Cooper, Rachel McAdams, Bill Murray, John Krasinski e Alec Baldwin.

Eu vi esse filme há alguns anos e adorei. E Emma Stone, Bradley Cooper e Rachel McAdams estão ótimos aqui. Confesso que fiquei interessada desde o começo do filme. Alec Baldwin também está muito bem. Eu vi na Netflix, mas pelo jeito não está mais nessa plataforma.

A trama gira em torno de Brian Gilcrest (Bradley Cooper) que é um militar e consultor estratégico. Ele volta ao Havaí, sua terra natal, lugar onde teve momentos importantes na vida. Tanto pessoais quanto profissionais.

Ele volta para supervisionar o lançamento de um satélite de comunicação que pertence a Carson Welch (Bill Murray), um bilionário excêntrico.

Brian teve um passado tumultuado e teve que voltar a ilha e acaba tendo que enfrentar esses problemas, e os seus próprios fantasmas do passado. Sua carreira foi marcada por decisões discutíveis e ele está tentando se redimir. E fazer escolhas mais sensatas.

Ao chegar, Brian é designado a trabalhar com a Capitã Allison Ng (Emma Stone), uma jovem que é piloto da Força Aérea que é extremamente dedicada, idealista e apaixonada pela cultura havaiana.

Allison leva muito a sério a preservação das tradições do povo nativo e se encanta pela espiritualidade da ilha, algo que contrasta com a postura prática e cética de Brian.

Allison vê o mundo com leveza, esperança e propósito, exatamente o oposto de Brian, que carrega sinais de cansaço emocional e distanciamento afetivo.

Durante as negociações com líderes indígenas, Brian reencontra Tracy (Rachel McAdams), seu antigo amor. Agora ela está casada com o militar Woody (John Krasinski) e é mãe de dois filhos.

Esse reencontro reacende em ambos os sentimentos não resolvidos e Brian fica diante de escolhas emocionais complexas. Principalmente quando percebe que também está criando uma conexão genuína com Allison.

Conforme o lançamento do satélite se aproxima, Brian descobre que o projeto financiado por Welch esconde intenções perigosas já que o bilionário planeja colocar armas no espaço e assim colocar em risco um futuro que ele afirmava querer proteger.

Sentindo moralmente envolvido e influenciado pelos valores de Allison e pela ligação com a comunidade local, Brian enfrenta um dilema entre sua carreira e o que é o certo a se fazer.

Em um momento decisivo, Brian toma uma atitude drástica para impedir o plano de Welch, arriscando sua vida mais uma vez. Depois do incidente, Brian tenta reparar seus erros e reconstruir a sua vida, incluindo seus laços afetivos.

Um dos momentos mais marcantes do filme é quando Brian se aproxima da filha de Tracy e encontra nela um reflexo do que ele poderia ter sido: Alguém mais conectado, mais presente. Essa cena simboliza o reconhecimento de que vínculos perdidos também pode ensinar uma pessoa.

Brian acaba percebendo e confirmando seus sentimentos por Allison. Ela foi fundamental em sua jornada de transformação como pessoa e profissional. Allison o ajudou a amadurecer.

Brian precisou conhecer Allison para perceber quem realmente ele era e quem ele gostaria de ser.

Enfim, é um filme que combina romance, drama, cultura e espiritualidade haviana e a busca de um homem por redenção, amor e propósito em um lugar mágico das ilhas do Pacífico.

E aí? O que vocês acharam do filme? Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo e até a próxima matéria.

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