Dirigido por Jerry Rees e estrelado por Kim Basinger, Alec Baldwin, Robert Loggia, Elisabeth Shue, Paul Reiser, Armand Assante, Fisher Stevens e Steve Hytner.
Eu vi muito esse filme na década de 90. Eu me lembro de a primeira vez que aluguei esse VHS. Nossa, revi muitas vezes mesmo. Eu adorava a química de Kim Basinger e Alec Baldwin. Era bem explosiva. E no filme eles mostraram o quanto eram apaixonados um pelo outro.
Eu quis homenagear a Kim Basinger pelo aniversário dela hoje (08/12) em um filme que não é tão conhecido. Acho interessante falar de tramas que não são tão conhecidas pelo público. E assim mostrar um pouco mais da filmografia.
Além do casal central nós temos uma Elizabeth Shue (Karatê Kid) e Paul Reiser (Mad about you) no elenco. Confesso que essa série do Paul Reiser é uma das minhas favoritas da década de 90. Ainda vou trazer para o site: (Sou mais pop). Então foi um emaranhado de coisas que me fizeram gostar. Em 1991, eu tinha 16 anos e amava ver um filme como esse.
E outra verdade precisa ser dita: Nessa época eu achava Alec Baldwin muito charmoso. E ficava meio que babando. Relevem, eu era adolescente.
A trama gira em torno de Charley Pearl (Alec Baldwin), um jovem que é herdeiro de uma poderosa e tradicional família de petróleo nos Estados Unidos. Ele foi criado dentro de um rígido ambiente conservador. Seu pai está sempre o pressionando para se comportar como a família queria. Casar com uma boa mulher e sempre manter as aparência e assumir os negócios da família.
Durante uma viagem a Las Vegas, em meio a uma noite impulsiva e cheia de álcool, Charley conhece Vicki Anderson (Kim Basinger), uma bela cantora de bar, misteriosa e oposta dos padrões esperados por sua família.
A atração entre eles é instantânea e intensa, e eles não conseguem controlar o desejo que sentem um pelo outro e acabam se casando em um casamento relâmpago. O que deveria ser apenas uma noite impulsiva se torna um turbilhão quando Charley se vê completamente apaixonado por Vicki.
Charley leva a esposa para conhecer sua família e chegando lá, Vicki é recebida com desconfiança, desprezo e hostilidade. Principalmente pelas mulheres da família Pearl, que a acharam vulgar, oportunista e totalmente inadequada para ter o sobrenome e a fortuna dos Pearl.
E foi aí que a vida de Charley mudou da água para o vinho. Ele tinha um relacionamento antes desse casamento relâmpago. Sua noiva, Adele Horner (Elizabeth Shue) que era a nora ideal para a família Pearl. E é claro que todos ficaram chocados quando Charley escolheu Vicki.
É aí que eu faço a pergunta que vale milhões. Será que o casal Vicki e Charley vão conseguir vencer todos os obstáculos: conflitos internos e externos e viver essa paixão desenfreada? Vicki não é a mulher ingênua que aparenta ser.
Vicki já foi casada com um perigoso gângster, Bugsy Siegel Jr. (Armand Assante), um homem violento, manipulador, ciumento ao extremo e obcecado por ela. E que está disposto a tudo para tê-la de volta, mesmo que isso signifique dar um fim em Charley e sua família.
A partir daí, a trama se transforma em uma mistura de romance, comédia e suspense. Charley que até então era um jovem mimado e protegido passa a ser um homem forçado a enfrentar a realidade dos que os adultos passam. A violência, o perigo e suas próprias inseguranças. Ele começa a questionar não só a relação com Vicki, mas a sua própria vida e a moralidade do império construído pela sua família. E que o crime, a corrupção e a ganância também estão presentes na sua família.
Vicki começa a mostrar várias facetas contraditórias. Sua personalidade ambígua mantém Charley preso a um relacionamento instável e perigoso, guiado por desejo, obsessão e amor. Embora ele já não saiba distinguir onde termina a paixão e onde começa o amor.
À medida que a presença de Bugsy aumenta, a história evolui para uma confrontação direta entre os dois mundos: O da elite tradicional e o do submundo do crime.
Charley precisa decidir se fica preso ao papel que seu pai construiu para ele ou se desafia tudo em nome de um amor que pode ser (e é) sua própria ruína. E o que ele decide fazer?
O relacionamento de Charley e Vicki começa a ter altos e baixos com um carrosel de emoções e idas e vindas. Eles se separam várias vezes e voltam bastante. Um é completamente obcecado pelo outro e isso não tem como negar.
Enfim, o filme explora temas como amor obsessivo, ilusão romântica, choques de classes, poder familiar, identidade masculina, idealização perigosa um do outro, embalados por uma atmosfera sensual e caótica. O filme não deixa nada a desejar no quesito paixão sensual e erótica ao filme nove semanas e meia de amor. E para ajudar Alec Baldwin e Kim Basinger estavam juntos nessa época.
E aí? O que vocês acharam do filme? Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo a todos e até a próxima matéria.
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