Análise do filme: Herbie, meu fusca turbinado. (2005)

Critica de Filmes
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Dirigido por Angela Robinson e estrelado por Lindsay Lohan, Michael Keaton, Matt Dillon, Justin Long, Breckin Meyer, Thomas Lennon e Cheryl Hines.

Essa comédia infantil ganhou minha atenção desde que saiu. Adoro a Lindsay Lohan desde o seu primeiro papel, Operação Cúpido e tento sempre ver os filmes que ela faz. E achei muito legal esse filme que mistura um pouco de fantasia e aventura. E acho que a atriz sabe fazer esses gêneros muito bem. Michael Keaton no papel do pai dela? Eu também gostei.

Maggie Peyton (Lindsay Lohan) é uma jovem recém-formada, filha de uma tradicional família de corredores da NASCAR. E tem um talento nato para dirigir. E apesar disso, ela foi proibida de correr profissionalmente após um acidente do passado, e por isso pretende seguir outro rumo na vida.

No entanto, seu pai, Ray Peyton (Michael Keaton), um homem muito protetor decide dar para ela um carro usado como presente para que ela possa ir de carro até seu novo emprego.

Ao visitar um ferro-velho, Maggie acaba escolhendo um fusca com o número 53 que estava velho e enferrujado. Mas não sabe que aquele carro é, na verdade, Herbie, um veículo vivo e com muita personalidade e que é capaz de dirigir sozinho, sentir emoções e até provocar pequenas travessuras.

E assim que Maggie entra no fusca, Herbie demonstra que tem planos próprios: levá-la de volta ao mundo das corridas. Confesso que quando vi pela primeira vez achei isso tão bacana. Esse vínculo que ela formou com o carro. E toda vez me faz ficar emocionada.

Maggie fica relutante no início, e até mesmo surpresa com o comportamento independente do carro.

Ela leva o Herbie para consertar e dar uma turbinada no fusca, já que o estado em que o carro se encontra não dará nem para ir ao trabalho quanto mais qualquer outra coisa. E com o passar do tempo, Maggie acaba se envolvendo com seu antigo amigo e mecânico, Kevin (Justin Long) que a ajudar a reformar e turbinar Herbie.

Aos poucos, ela redescobre a paixão por competir e a confiança em si mesma que havia perdido. Herbie meio que vira o cúpido nessa história e sempre dá uma mãozinha para a dona. Eu dou muita risada nessas cenas.

O clima se complica quando Trip Murphy (Matt Dillon), um piloto arrogante, campeão da NASCAR e instantâneo rival de Herbie, provoca Maggie e a desafia nas pistas. Mesmo torcendo pela felicidade de Maggie, Herbie acaba ficando com ciúmes do Kevin e chega a fugir. Era como se o carro pensasse que Maggie não queria mais correr e concorrer o NASCAR.

Maggie acaba superando as inseguranças do passado e com isso, ela se reconcilia com o Herbie e decide participar da principal corrida da NASCAR. Ela era mais que apta a vencer. Estava em seu DNA e no seu sangue. Sua família era famosa por sempre correr nessas disputas.

Com o pequeno fusca, veloz, emotivo e imprevisível, Maggie enfrenta carros muito mais potentes. O que parecia impossível se torna um espetáculo a ser visto. Herbie e Maggie acabam superando obstáculos, adversários, humilha Trip Murphy e a jovem acaba se consagrando e se tornando uma grande estrela que ela já era.

Maggie não apenas retorna ao seu lugar no automobilismo, mas reforça sua parceria, e o vínculo de amizade com Herbie, provando que eles estando juntos podem superar qualquer limite.

Eu nem preciso dizer que esse filme me emociona. Bem é uma lição de vida e de superação. Lindsay Lohan está ótima. Esse filme faz parte do meu top cinco da atriz. Não tem como deixar de fora.

E o que vocês acharam do filme? Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo a todos e até a próxima matéria.

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2 thoughts on “Análise do filme: Herbie, meu fusca turbinado. (2005)

  1. Sou fã da saga Herbie, gostei do artigo e meus parabéns.
    Herbie, meu fusca turbinado é o sexto filme da saga, já que tem um remake de 1997 Se Meu Fusca Falasse de 1968 e eu não considero kkkkk, pra mim então o Herbie, meu fusca turbinado seria o 5º filme da saga.

    1. Olá, meu amigo. Eu também sou fã da saga. Eu vi todos os filmes. E sempre com muita emoção. Faz parte da minha adolescência e infância. Confesso que adorei ver algumas cenas de outros filmes. E para mim ele também é o 5o filme. Confesso que preciso rever os outros, mas eu os tenho em meu coração. Obrigada pela força de sempre e por ter comentado por aqui. Isso foi bem gratificante. Um beijo, meu amigo.

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