Análise do filme: O feitiço de Áquila (Laydhawke) – (1985)

Critica de Filmes

By Andréia Rodrigues . Aventura/Romance . 2h 1m

Diferentemente de minhas outras análises, hoje vou falar de um filme que trás uma enorme nostalgia, e alegria, não teremos uma história de Terror, mas sim de amor, amizade, misticismo, e porque não forças ocultas da profanidade do ódio e da inveja, vamos falar de um dos campeões da Sessão da Tarde da Rede Globo, o Feitiço de Áquila.

Nós vamos entrar dentro de uma história cheia de sombras e esperança, onde a fuga do jovem Phillipe Gaston (Matthew Broderick) “o Rato” das masmorras de Áquila, trás esperança ao casal Capitão Etienne Navar (Hutger Hauer) e Isabeau D’Anjou (Michele Pfeiffer), de voltar a cidade e quebrar uma terrível maldição lançada pelo cruel Bispo de Áquila (John Wood).

O filme foi filmado em várias locações reais da Itália, para criar a atmosfera medieval do filme. A história do filme é baseado em um conto medieval muito antigo, que fala de um amor impossível entre uma donzela da corte e um capitão da guarda real, mas diferente de algumas fontes que pesquisei que dizem se tratar de um acontecimento antigo, o filme não é baseado em história verdadeira.

Os efeitos práticos do filme são simples e bem feitos, os efeitos digitais são datados, pois são frutos de uma época que tinham poucas técnicas, contudo, os cortes bem feitos trazem um charme a determinadas cenas que conseguem driblar alguns desses efeitos de CGI da década de oitenta.

Um dos grandes espetáculos do filme além das sensacionais atuações, é a marcante trilha sonora de Andrew Powell e Andy Powell que nos leva para os caminhos na floresta com o Capitão Navar, junto ao seu cavalo Golias, Phillipe Gaston, e Ladyhawe. Podemos sentir o galopar do cavalo, a sensação terna do encontro, e de forma medonha e assustadora o ódio do Bispo, e claro a redenção do Padre Imperius (Leo McKern).

Te convido com essa análise a fazer parte dessa história, e enfrentar o Bispo de Áquila, derrotando o maligno e trazendo a verdadeira paz aos amantes.

“E então ele disse: ‘Um dia, nós vamos ser tão felizes quanto duas pessoas sonham, mas nunca conseguem ser.”. (Etienne Navar)

Comente se você já viu esse filme, o que achou? Você acredita em um amor tão forte como mostrado no filme?

Elenco:

  • Charles Borromel como Prisioneiro Louco
  • Matthew Broderick como Phillipe Gaston, o Rato
  • Rutger Hauer como Capitão Etienne Navarre
  • Ken Hutchison como Marquet
  • Leo McKern como Padre Imperius
  • Alfred Molina como Cezar
  • Michelle Pfeiffer como Isabeau d’Anjou
  • Giancarlo Prete como Fornac
  • John Wood como Bispo de Áquila

Diretor: Richard Donner

Música composta por: Andrew PowellAndy Powell

Autor: Edward Khmara

O filme O feitiço de Áquila está disponível no catálogo Prime Video, Disponível para aluguel ou compra digital, Disney+ O filme faz parte do catálogo da plataforma, Apple TV: Disponível para aluguel ou compra. 

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15 thoughts on “Análise do filme: O feitiço de Áquila (Laydhawke) – (1985)

  1. Uma análise sensível e envolvente que nos convida a revisitar O Feitiço de Áquila não apenas como um clássico da Sessão da Tarde, mas como uma poderosa metáfora sobre o amor que resiste ao tempo, às maldições e ao ódio. Entre sombras e esperança, o filme nos lembra que a inveja aprisiona, enquanto o amor verdadeiro busca sempre a liberdade. Uma história simples, porém profunda, que ainda hoje toca quem acredita que alguns sentimentos são mais fortes do que qualquer feitiço.

  2. Uma análise sensível, interessante , que nos remete a liberdade de amar e seguir esse amor, que busca quebrar todas as barreiras, para que possam viver o amor em liberdade.

  3. Que delícia relembrar deste filme que com certeza nos remete à melhor época da “sessão da tarde”. Como o amor verdadeira pode despertar ódio e a inveja de quem não o vivencia??? Excelente análise Andréia. Obrigada por nos deixar o gosto de querer assisti-lo novamente.

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