Dirigido por Peyton Reed e estrelado por Renée Zellweger, Ewan McGregor, Sarah Paulson, David Hyde Pierce, Beth LaMure, Tony Randall, Rachel Dratch e Will Jordan.
Essa comédia romântica presta uma homenagem às comédias clássicas dos anos 60 que eram estreladas por Doris Day e Rock Hudson. Principalmente Confidências à meia noite. E claro, para tirar sarro de uma forma respeitosa desses filmes.
Como Rock Hudson já tinha morrido e Doris Day já tinha se aposentado, eles conseguiram trazer o Tony Randall que também trabalhou no clássico já citado acima.
Em confidências a meia noite, Jan (personagem da Doris Day) era uma mulher independente, trabalhava como decoradora de ambientes e morava sozinha. Era o final da década de 1950 e a mulher ainda estava buscando o seu espaço.
Enquanto Brad (Personagem de Rock Hudson) era um homem paquerador e ficava com várias mulheres ao mesmo tempo. Não pensava em se relacionar com nenhuma mulher a sério. Ele tinha meio que medo de compromisso. Até encontrar a mulher certa. Jan era sua vizinha e eles compartilhavam o telefone.
Entre Brad e Jan existia raiva, ódio ou algo do tipo no início, mas depois se transformou em algo a mais até acabarem se apaixonando.
E em abaixo o amor não é muito diferente. Aqui, o casal está na década de 1960 e também vivem em Nova York em uma era glamourosa.
Esse filme gera em torno de Barbara Novak (Renée Zellweger). Ela é uma escritora determinada e moderna que lança um livro revolucionário chamado: Abaixo o amor. E nesse livro, ela defende que as mulheres devem priorizar as suas carreiras, evitar envolvimentos românticos e adotar uma postura mais independente, defendendo relações mais casuais sem nenhum tipo de compromisso emocional.
Confesso que esse filme também me fez me lembrar de Médica, bonita e solteira com a Natalie Wood e Tony Curtis. E alguns outros nessa mesma pegada. É claro que eu adorei cada cena.
O livro, Abaixo o Amor, da Barbara Novak acabou se tornando um sucesso, e inspirando mulheres de todo o país e causando pânico geral entre os homens inseguros com a mudança de comportamento de suas esposas, amantes, filhas…
Do outro lado temos Catcher Block (Ewan McGregor), um jornalista famoso, sedutor, imbatível e mulherengo. Ele está vendo que suas últimas conquistas estão sendo ameaçadas por causa do livro de Barbara.
E quando Barbara evita dar uma entrevista a ele, fica mais irritado ainda e começa a difundir que o movimento “Novak” não passa de modismo e que ele ainda vai desmascarar essa “Impostora”.
E para isso, Catcher Block arma um plano: Inventa uma identidade falsa como o ingênuo e educado astronauta Zip Martin. Alguém completamente fora do padrão de conquistador.
Seu objetivo é fazer Barbara se apaixonar pelo suposto astronauta para provar que no fundo, ela não faz o que prega.
Mas o que ele não esperava era que Barbara é uma mulher inteligente e já sabia que não poderia confiar nele. E ela se mostra imune às investidas românticas e ao charme de “Zip”. Com isso ela inverteu o jogo e deixou Catcher cada vez mais envolvido e interessado.
Aos poucos, ele vai se apaixonando loucamente por ela, o que acaba complicando a sua farsa. E o impacto do livro de Barbara altera toda a dinâmica entre os homens e as mulheres no país. E com isso, criando situações hilárias. Entre uma dessas situações, acaba envolvendo os chefes e os melhores amigos dos dois. Vikki Hiller (Sarah Paulson) e Peter MacMannus (David Hyde Pierce).
Até um momento que Barbara diz que sabia da farsa e que sua própria vida era muito mais complexa do que aparentava. Ela acaba expondo suas motivações, sua identidade real e suas emoções reprimidas e assim ganhando o jogo mais uma vez. Ela deixou Catcher chocado.
E no final, ambos acabam percebendo que por trás das manipulações e equívocos, existe um sentimento verdadeiro. Assim mesmo dizendo que é a favor da independência feminina, Barbara descobre que o amor e a carreira podem coexistir. E Catcher finalmente deixa de ser um cara conquistador para assumir uma relação real com a mulher que ele ama.
E o que vocês acharam do filme? Eu amei como sempre. Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo a todos e até a próxima matéria.
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