Dirigido por Carl Franklin e estrelado por Meryl Streep, Renée Zellweger, William Hurt, Lauren Graham, Tom Everett Scott, Nicky Katt, Lizbeth Mackay e Stephen Peabody.
Está aí outra um drama romântico que mexe muito comigo. Esse trio de atores: Renée Zellweger, William Hurt e Meryl Streep estão incríveis nesse filme, mas para mim isso não é novidade.
É aquele tipo de filme que a história é linda, mas triste e nem todo dia você consegue ver. E tem que estar com um humor maravilhoso, e com aquela vibe de paz e amor, bicho.
Meryl Streep concorreu ao Oscar por essa atuação e posso te dizer com todas as letras que ela merecia. Que atuação impar.
A trama acompanha a história de Ellen Gulden (Renée Zellweger) que é uma jovem jornalista ambiciosa que trabalha em Nova York e tenta se estabelecer no mundo competitivo profissional.
Ela é independente e totalmente focada na carreira. Ellen mantém uma relação amigável e respeitável com seus pais mesmo sendo um pouco distante dos dois. George Gulden, o saudoso (William Hurt) é um professor universitário intelectual e muito admirado pelos alunos e colegas de profissão.
E a mãe, Kate é uma dona de casa afetuosa, vibrante e tem uma aura completamente positiva. E é sempre dedicada a família, os amigos e as festas. Kate é aquele tipo de pessoa que quando chega a algum lugar, todos ficam felizes e vão conversar com ela.
A vida de Ellen muda abruptamente quando descobre que a mãe está com um câncer avançado. George acaba pressionando Ellen a voltar para a casa deles já que não sabe como lidar com a doença da esposa.
Ellen deixa a carreira de lado por um tempo e volta para a casa de sua família e começa a cuidar da sua mãe. Inicialmente, ela se sente um pouco desconfortável com o ambiente doméstico e fica um pouco relutante de ficar por lá.
É como se ela não gostasse do jeito da mãe de ser. Mas, Ellen começa conhecer um novo lado da mãe. Um lado que talvez não conhecesse ou não se lembrava de existir. Kate era uma mulher muito forte, sensível e dotada de uma sabedoria que para a filha, aparentemente guardava só para si.
E conforme a doença vai progredindo e piorando, mãe e filha passam a compartilhar conversas, reflexões profundas. Memórias, segredos e emoções que nunca tinham sido expressas antes.
Ellen acaba descobrindo facetas da mãe que ela jamais imaginou existir e começa a se questionar a idolatria que sempre teve pelo pai. Ela começou a perceber as falhas e as fragilidades que ele tinha. E o quanto Kate suportou tudo isso para manter a família sempre unida.
E a convivência com seus pais, principalmente com Kate, faz com que Ellen comece a pensar e a dar outro significado para o amor, o dever e as relações familiares. Agora Ellen tinha amadurecido e estava enxergando a vida de outra forma.
No fim, as escolhas difíceis que acabou enfrentando e tomando, especialmente em relação ao sofrimento da mãe, abrem espaço para uma reflexão intensa sobre o que realmente significa amar alguém. Ellen não era a mesma jovem que era quando começou o filme. Agora ela era uma jovem que tinha amadurecido e muito seu emocional.
O filme aborda temas como sacrifícios, maternidade, fragilidade humana, idealização familiar, perdão e o peso das expectativas familiares.
Uma coisa eu sei, esse filme vai te fazer refletir, pensar sobre o que verdadeiramente importa na vida.
E o que vocês acharam do filme? Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo e até a próxima matéria.
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