Dirigido por Mark Waters e estrelado por Reese Witherspoon, Mark Ruffalo, Dina Spybey, Donal Logue, Jon Heder, Ivana Miličević, Ben Shenkman e Rosalind Chao.
Se há uma pessoa que ama esse filme sou eu. O tema, a música, a fotografia, os atores. Eu vi a primeira vez na época que saiu e eu me lembro de ter ido atrás para comprar o filme. Eu tenho o DVD e estou sempre vendo.
É um dos meus filmes favoritos da Reese Whiterspoon e talvez seja o melhor do Mark Ruffalo também. A história é linda e os dois juntos até que senti que tinham química. Elizabeth Masterson (Reese Whiterspoon) era uma médica viciada em trabalho e nunca tinha tempo para nada. Vida social? Quase nula. Ela tinha um medo muito grande de se envolver com alguém. Sua maior preocupação era o trabalho. E crescer no emprego.
Nada de errado até aí, mas talvez o Destino tivesse outros planos para ela. Um dos temas desse filme é Destino. Conhecer alguém que faz ou fazia parte do seu Destino. Alguém que estava predestinado a te encontrar. Podem me chamar de velha romântica. Eu deixo.
Elizabeth Masterson é a tal médica dedicada, brilhante e extremamente racional. Ela vive em São Francisco e sua vida social é quase nula. Seu foco principal é trabalho e isso meio que afasta qualquer chance de ter um relacionamento afetivo ou até mesmo às 8 horas de descanso.
Nisso eu me identifiquei. Olheiras? Imagina. Ela não tinha. (Só que não). Depois de um bom tempo ficar recusando em ir a encontros com pessoas desconhecidas, Elizabeth resolveu aceitar. Nessa mesma noite fica sabendo que ela poderá ser promovida, mas será que isso realmente vai acontecer?
Na cena seguinte a gente fica sabendo que Elizabeth sofre um grave acidente de carro a caminho do encontro e fica em coma.
David Abbott (Mark Ruffalo) é um arquiteto paisagista e viúvo. Ele é um cara reservado, não superou ainda muito bem a morte da esposa. E ele por ironia do destino, aluga o antigo apartamento de Elizabeth algum tempo depois.
E logo depois de se mudar, David começa a perceber algumas coisas estranhas: objetos se movendo sozinhos e sente a presença de outra pessoa com ele. Na verdade era Elizabeth que estava visível apenas para ele e insistindo que o apartamento era dela.
E esse contato inicial entre os dois era muito divertido. No início Elizabeth queria expulsá-lo e David também queria expulsá-la, mas com o passar do tempo as coisas entre eles vão mudando.
Ela achava que estava fora de coma, viva e que ele estava invadindo o apartamento dela. David começou a pensar que tinha enlouquecido já que ninguém mais conseguia vê-la. Ele entrou em contato com a irmã dela e até mesmo alguém que consegue ver ou escutar pessoas que já se foram, espíritos que ficaram presos no ambiente e coisas do tipo.
Porém ao longo do filme, os dois descobrem que Elizabeth está presa entre a vida e a morte, e projetando-se como um espírito enquanto seu corpo está em coma no hospital.
E eles vão atrás tentar descobrir o motivo por trás disso. Eles tentam encontrar o corpo dela e saber o porquê disso ter acontecido. E durante essa jornada, essa busca para descobrir o que aconteceu, eles criam um vínculo profundo. E por uma grande transformação emocional.
Elizabeth meio que foi forçada a enfrentar a sua incapacidade de viver fora do trabalho e se abrir emocionalmente para alguém. E David já pode dar esse passo e se abrir novamente para o amor. Ele já começou a vivenciar o luto e deixar a memória de sua falecida esposa para trás.
E os sentimentos dos dois vão se intensificando. O clima entre eles fica carregado de tensão e de algo a mais. Mas infelizmente eles não têm muito tempo para ver isso. Já que a condição clínica de Elizabeth piora e a família considera desligar os aparelhos que a mantém viva.
E David luta contra tudo e contra todos para que isso não ocorra. Ele tinha se apaixonado por ela e vice-versa. E achava que os dois mereciam ter outra chance de se conheceram e ficarem juntos.
O clímax do filme acontece quando David, cheio de amor e de fé tenta salvar Elizabeth desesperadamente e acreditando na conexão dos dois é algo muito maior que o plano físico. E que os dois eram para ficar juntos.
O filme nos mostra que quando o amor é para ser, é. E que pode surgir nos momentos mais improváveis possíveis. E que viver plenamente demanda coragem e força para sentir, acreditar e arriscar em busca de ser feliz.
Eu amo esse filme. E que lição de vida. Para mim todos teriam que assistir pelo menos uma vez na vida.
Mas e você? O que você achou do filme? Quem quiser comentar sobre o filme, fique a vontade. Um beijo a todos e até a próxima matéria.
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