Dirigido por: Darrell Rooney e Lynne Southerland. E estrelado por: Ming-Na Wen, Mark Moseley, Jerry Tondo, Gedde Watanabe, BD Wong, Harvey Fierstein, Sandra Oh, Pat Morita e Lucy Liu.
Essa animação é a sequência de Mulan de 1998. A primeira animação foi um clássico absoluto e que elenco! Sandra Oh divina. Adoro Grey’s Anatomy e Killing Eve (duas séries que ela participou), além de Pat Morita (Karatê Kid 1, 2 e 3), e Lucy Liu (As panteras entre tantos outros). E BD Wong. Eu sempre me lembro de O Pai da Noiva 1 e 2 (Ambos os filmes da Década de 1990).
Quem quiser ver ou rever está na Disney +. Eu assisti na época que saiu e fiquei encantada tanto quanto o primeiro. E por incrível que pareça também gostei do Live Action.
Nessa continuação, Mushu (Mark Moseley), o guardião de Mulan (Ming-Na Wen) fica preocupado que não será mais necessário na vida dela. Porque agora ela irá se casar com Shang (BD Wong) e viver com a família dele.
O plano de casamento entre Mulan e Shang são interrompidos quando o Imperador (Pat Morita) lhes entregam uma missão de escoltar três princesas até um reino vizinho, onde elas deverão se casar e selarem alianças políticas que garantirá a paz entre os reinos envolvidos.
As princesas se chamam Ting-Ting (Sandra Oh). Mei (Lucy Liu), e Su (Lauren Tom). Durante o longo percurso, todos eles enfrentam perigos naturais, emboscadas e conflitos emocionais. As princesas não querem casar e aceitar o destino delas. Cada uma acaba se apaixonando por um dos guerreiros e colocando em risco a missão e o futuro entre os reinos.
Além disso, Mushu tenta sempre sabotar secretamente o casamento durante a jornada e deixando a jornada ainda mais caótica e com muitas brigas. Além, é claro, de mal entendidos.
Shang não gostou das ideias das princesas em não cumprirem a parte delas. Ele acreditava que o dever deve vir acima dos sentimentos. Mostrando seu senso de honra. Já Mulan acreditava que a verdadeira harmonia só era possível quando duas pessoas eram fiéis a si mesmas.
Essa divergência de valores entre o casal fez Mulan questionar se Shang realmente a compreendia. E se ele realmente a ama e a aceita pelo que é verdadeiramente é.
Isso é típico de casal que está se conhecendo. E aprendendo a conviver junto. Por um lado foi bom ter tido esse tipo de conversa e assim os dois puderam refletir sobre o que cada um priorizava e achava sobre amor, família, respeito…
O clímax acontece quando a missão parece que vai fracassar. E por em risco a segurança das princesas em risco. Nesse momento tanto Mulan precisa tomar decisões difíceis e tentar equilibrar responsabilidade, empatia e coragem quanto Shang precisa rever sua inflexibilidade quanto à honra e poder.
A animação reforça por fim, que as tradições são importantes, mas não devem sufocar a felicidade e a verdade interior de cada pessoa. E o casal acabou aprendendo uma nova lição: que eles têm que ter respeito mútuo entre eles e que as princesas têm o direito também de escolher seus próprios caminhos. Uma vez que temos que ser fiéis a nós mesmos primeiro.
Enfim, essa animação mostra que temos que ser fiéis aos nossos sentimentos, as nossas convicções acima de tudo. E não perdermos a capacidade de refletir sobre as coisas que acreditamos e sentimos.
Mas e vocês? O que vocês acharam da animação? Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo e até a próxima matéria.
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