Dirigido por Rob Reiner e estrelado por John Cusack, Daphne Zuniga, Anthony Edwards, Tim Robbins, Nicollette Sheridan, Boyd Gaines, Viveca Lindfors e Lisa Jane Persky.
Esse é outro filme que assisti muito na televisão. E acredito que muita gente também deve ter visto. Principalmente para quem tem 40 anos ou mais. E confesso que torci muito para que o personagem do John Cusack ficasse com a personagem de Daphne Zuniga nessa comédia romântica gostosa de ver.
Walter “Gib” Gibson (John Cusack) é um jovem calouro de faculdade e é alguém espirituoso, impulsivo e especialista em entrar em encrencas e confusões, mas tem um grande coração.
Enquanto tenta se adaptar à rotina universitária e às responsabilidades que ainda não domina, Gib sente falta da espontaneidade dos tempos escolares e vive frustrado por não conseguir se enturmar como gostaria.
Do outro lado está Alison Brandbury (Daphne Zuniga), uma estudante aplicada, organizada e metódica. Ela é totalmente disciplinada e seu foco para os estudos é quase obsessivo.
Gib e Alison estudam na mesma sala, mas eles não poderiam ser mais diferentes do que são. Na verdade, um é o oposto do outro. E a convivência entre eles começa com uma antipatia imediata.
Uma grande virada surge quando um amigo de Gib, Lance (Anthony Edwards), que mora na ensolarada Califórnia, promete apresentá-lo a uma jovem deslumbrante e aparentemente “perfeita”, apelidada de “Garota Sinal Verde” (Nicollette Sheridan), uma mulher linda, afetuosa e teoricamente interessada nele.
Gib ficou animado, excitado e motivado pela possibilidade de ter esse encontro romântico com essa mulher e aceitou a aventura de cruzar o país até a costa oeste.
Esse apelido de “Garota Sinal Verde” é um código para uma mulher que topa transar sem problema algum. E dar momentos prazerosos por algum tempo. É aquela garota que não reclama ou tira a mão do cara se ele tenta ter algo mais quente com ela.
O problema é que Alison também está indo para a Califórnia, para visitar o namorado que é um cara sério e tradicional. E os dois mantém um relacionamento à distância.
Por coincidência (e infortúnio), ambos acabam compartilhando a mesma carona, e iniciando uma viagem caótica, repleta de desencontros, brigas, perrengues e uma sequência de situações cômicas. Por exemplo: carona com um casal muito animado e elétrico, noites mal dormidas, discussão sobre comida, mapas, dinheiro entre outras coisas.
Conforme a viagem vai avançando, Gib e Alison vai enxergando além da superfície. Ele revela sua inteligência e gentileza, enquanto Alison mostra vulnerabilidades e desejos que nunca tinham sido admitidos antes.
O antagonismo virou cumplicidade, e a cumplicidade se tornou carinho. Os dois finalmente perceberam que existe algo verdadeiro surgindo entre eles.
Ao chegar à Califórnia, Gib finalmente tem a chance de conhecer aquela mulher que foi tão prometida, a Garota Sinal Verde, porém descobre que aquilo que parecia tão perfeito já não fazia mais sentido.
E quanto a Alison? Ela, por sua vez, começou a questionar seu relacionamento seguro, mas sem paixão ou “tempero”. O que se torna evidente é que, ao longo daquela viagem longa compartilhada com Gib, fizeram os dois encontrarem algo muito mais inesperado e profundo: um amor genuíno.
Gib até tentou ter algo com a Garota Sinal Verde, porém não conseguiu. Ele estava apaixonado por outra garota, a Alison.
O filme culmina em um desfecho doce e romântico, em que ambos precisam decidir se vão seguir os caminhos previsíveis que planejaram ou darão uma chance um ao outro e ao sentimento que nasceu durante essa viagem. E vocês? O que acharam? Quem quiser comentar, fique a vontade. Um grande beijo a todos e até a próxima matéria.
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