Dirigido por Joe Johnston e estrelado por Rick Moranis, Robert Oliveri, Amy O’Neill, Thomas Wilson Brown, Jared Rushton, Matt Frewer, Marcia Strassman e Kristine Sutherland.
Está aí um filme que vi quando criança. Na época eu tinha uns 14 ou 15 anos quando vi. E eu adorava as “loucas aventuras desse cientista brilhante”. Só de comentar sobre esse filme, já me deu uma nostalgia. Bons tempos aqueles.
Wayne Szalinski (Rick Moranis) é o cientista brilhante e atrapalhado que trabalha em uma invenção um tanto quanto ousada: uma máquina capaz de reduzir objetos de tamanho. Ele estava utilizando para isso uma tecnologia experimental. Que ainda não dominava totalmente.
Wayne está obcecado pelo projeto e está enfrentando dificuldades para fazer o equipamento funcionar corretamente. Já a sua esposa Diane (Marcia Strassman) está se sentindo cada vez mais frustrada com o distanciamento do marido.
As coisas mudam de figura quando os filhos do casal, Amy (Amy O’Neill) e Nick Szalinski (Robert Oliveri) acabam indo no sótão onde a máquina está instalada ao mesmo tempo que os vizinhos, os irmãos Ron (Jared Rushton) e Russ Thompson (Matt Frewer) estavam passando pelo quintal e acidentalmente ativaram o dispositivo.
A invenção, que finalmente funcionou, mas de forma descontrolada, encolheram as quatro crianças ao tamanho de insetos. Para piorar, Wayne, sem perceber a situação, varre o sótão e jogos todos eles no quintal junto com o lixo.
Agora os quatro estão pequenos e perdidos em um ambiente que se tornou uma verdadeira selva perigosa onde eles precisam atravessar o quintal para voltar para casa.
Antes o gramado era algo comum quando eles tinham o tamanho de um ser humano, mas no tamanho de inseto? O gramado virou em um mundo gigante e hostil: formigas colossais, gotas de água como enormes balões, abelhas que voam em alta sociedade e até um cortador de grama assassino representam riscos reais.
Durante essa jornada épica e caótica, as crianças precisam unir forças, superar medos e trabalhar em equipe para sobreviver. E que jornada de amadurecimento diria eu. Eles criaram vínculos inesperados. Especialmente entre Amy e Russ. Todos acabaram compreendendo melhor sobre cooperação e trabalho em equipe. E todos amadureceram nessa jornada incrível e divertida.
Enquanto isso, Wayne e Diane, ao perceberem que os filhos desapareceram, investigam o laboratório e finalmente descobrem o que aconteceu.
Wayne está desesperado para recuperar as crianças e ele usa a criatividade científica dele para tentar localizá-los. E como Wayne faz isso? Adaptando equipamentos caseiros e observando cada centímetro do quintal em busca de sinais.
É uma cena mais divertida que a outra. Eu me lembro de ter dado muita risada. Rick Moranis tinha um dom para fazer esse tipo de comédia.
A aventura culmina em um resgate emocionante, com Wayne aperfeiçoando a máquina para trazer as crianças ao seu tamanho original.
E depois dessa aventura a família estando mais unida e o Wayne reconhecendo a importância de equilibrar seu trabalho com a vida familiar.
E aí? O que vocês acharam do filme? Quem quiser comentar abaixo, fique a vontade. Um beijo e até a próxima matéria.
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