Análise do Filme: Bridget Jones: No limite da razão. (2004)

Critica de Filmes
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Dirigido por Beeban Kidron e estrelado por Renée Zellweger, Colin Firth, Jim Broadbent, Hugh Grant, Gemma Jones, Sally Phillips, Jessica Hynes, Jacinda Barrett e Celia Imrie.

Esse é o segundo filme de Bridget Jones e está tão bom quanto o primeiro. Eu dou tanta risada das coisas que acontecem com ela. E quantas vezes eu consigo me visualizar fazendo as mesmas coisas que ela.

Bridget Jones (Renée Zellweger) está imensamente feliz. Porque finalmente ela está vivendo o que sempre desejou. Um relacionamento sério com o elegante e íntegro Mark Darcy (Colin Firth). Ele é um homem mais sério, calado.

Após anos vivendo e tendo desencontros, paixões equivocadas com pessoas erradas fora a insegurança que sempre batia nela por qualquer motivo, Bridget achava que agora sim as coisas estavam fluindo da forma que ela gostaria. E parece ter encontrado a estabilidade afetiva com um homem bacana. Algo que ela sempre esperou conseguir.

Mas nada na vida dela foi algo simples ou perfeito. Apesar do amor genuíno entre eles, Bridget começou a se sentir insegura ao comparar sua vida caótica e seu jeito espontâneo de ser com o mundo impecável e sem um único erro de Mark. Ele era sofisticado e fica irritado com as gafes públicas ou até mesmo a impulsividade dela. Principalmente se ela atrapalha algum evento social importante dele.

E quando Bridget conhece a colega linda e competente de Mark, aí sim sua insegurança aumenta ainda mais. Ela fica morrendo de ciúmes dele.

As coisas pioram ainda mais quando Daniel Cleaver (Hugh Grant), o seu antigo namorado sedutor que tinha brincado com o seu coração no passado, reaparece como um apresentador de um programa de viagens.

E Daniel convida Bridget para trabalhar com ele em uma reportagem na Tailândia, prometendo grandes aventuras profissionais. Porém ele estava com segundas intenções. Daniel queria reconquistá-la.

Mas é claro que ela acreditou nessa proposta e aceitou o seu convite. Foi a pior coisa que ela fez no mundo. E por quê? Foi aí que houve momentos de puro caos e confusão. Com muitos mal-entendidos, provocações e tentações.

Durante sua estadia, Bridget se mete em cada confusão hilária. E isso inclui ir à prisão por tráfico de drogas, injustamente. E dentro da prisão tailandesa é só caos. Ela acaba percebendo ter uma força interior que não sabia que tinha.

E ela acabou fazendo novas amizades que ela nunca sonhou em fazer. Além de reavaliar o que realmente importava em sua vida.

Mark que estava completamente apaixonado e determinado a encontrá-la viaja até a Tailândia para encontrá-la e defendê-la para que Bridget conseguisse sair da prisão.

E essa experiência traumática e cômica acaba aproximando os dois novamente. Levando a Bridget a reconhecer que o amor verdadeiro não tem que ser perfeito, e que apesar das diferenças dela e do Mark, um foi feito para o outro.

O filme termina mostrando para Bridget que o seu maior desafio é aprender a confiar em si mesma, e que mesmo suas imperfeições são parte daquilo que a torna tão única e adorável.

E o que vocês acharam do filme? Ele é melhor? Pior? Ou igual ao primeiro? Eu adoro os dois filmes. Então não sei escolher. Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo e até a próxima matéria.

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