Análise do Filme: Diário De Uma Paixão. (2004)

Critica de Filmes

Dirigido por Nick Cassavetes e estrelado por Ryan Gosling, Rachel McAdams, James Garner, Gena Rowlands, James Marsden, Kevin Connolly, Joan Allen, Sam Shepard e Matthew Barry.

Eu adoro esse filme que é baseado em um livro do Nicholas Sparks com o mesmo nome. Essa comédia romântica é uma das minhas preferidas da Década de 2000. O engraçado é que no início Ryan Gosling não queria que Rachel McAdams fosse seu par romântico no filme e aos poucos eles foram mudando de ideia e depois de algum tempo chegaram a namorar e até ficarem noivos na vida real.

Confesso que os dois juntos têm química e eu achava que os dois se combinavam muito. Para mim esse filme tem uma das mais lindas histórias de amor. E fala de um amor incondicional. Que passa qualquer barreira ou obstáculo.

Esse filme fala de um amor incondicional, cheio de entrega e de paixão, mas que ao mesmo tempo não tem nada que os separe de forma definitiva. Nem mesmo a morte consegue fazer isso.

A trama acompanha a história de Noah Calhoun (Ryan Gosling), um homem simples, trabalhador, porém romântico e sonhador e que mora em uma pequena cidade da Carolina do Sul durante a década de 1940.

Em um verão, ele conhece Allie Hamilton (Rachel McAdams), o grande amor de sua vida e de quem ele nunca mais esquecerá. Ela é uma jovem de família rica e que está passando férias na cidade. E para ele, foi amor a primeira vista. Ele se encantou na mesma hora e perdidamente por ela assim que a viu.

Apesar das diferenças sociais (ela tinha uma vida totalmente diferente da dele) e da resistência dela, os dois acabam se apaixonando intensamente e vivendo um romance intenso, marcado por descobertas, sonhos compartilhados e aquela sensação de ter encontrado a sua outra metade.

Mas esse relacionamento sofre muita pressão por causa dos pais de Allie, Annie Hamilton (Joan Allen) e John Hamilton (David Thornton).  Principalmente a mãe que não acredita que Noah tinha futuro, status, poder para oferecer a sua filha.

Infelizmente, o casal acaba se separando devido a toda essa pressão familiar e diante das situações da vida. Noah ainda acaba escrevendo várias cartas para Allie ao passar dos anos, mas todas sem respostas. Na verdade, Allie nunca as receberam. Anne acabou interditando todas elas.

Enquanto isso, Noah segue sua vida sempre sozinho, lembrando daquele amor que iluminou sua vida, sua existência. Enquanto Allie segue outro caminho totalmente diferente. Ela faz faculdade, tem namorado, amigas, e assim por diante. Ela acaba ficando noiva de Lon Hammond Júnior (James Marsden), que é um homem rico, elegante e visto como perfeito pela família dela.

Algum tempo depois, com Allie já prestes a se casar, vê no jornal uma foto de Noah ao lado de uma antiga casa restaurada. Ele tinha compartilhado esse sonho com ela. E até mesmo prometido realizar quando namoravam.

Movida por sentimentos que ainda mantinham dentro de si e que não foram resolvidos, Allie decide reencontrá-lo. Esse encontro fez com que ressurgisse com força total o amor que viveram muito tempo atrás.

E isso fez com que Allie sentisse um profundo conflito emocional. O que ela deveria escolher? A segurança de sua vida atual ou uma vida cheia de amor e paixão verdadeiros que nunca deixaram de existir?

Bem, nesse momento, o destino decidiu por ela. Os dois acabaram ficando juntos novamente em uma cena lindíssima de entrega total. Será que ela conseguiria largar tudo para ficar com o Noah? Ou a segurança e o bem estar eram mais importantes?

Nesse momento, há uma quebra e vimos um senhor idoso, Noah, interpretado por James Garner em um asilo e lendo um caderno para Allie, interpretada por Gena Rowlands, e que atualmente sofre de Alzheimer.

Allie perdeu as memórias do passado, e Noah, sempre fiel e dedicado, lê para ela a sua própria história de amor na esperança que ela se lembrasse, nem que por apenas alguns segundos de como ambos se amavam e eram felizes ao lado de seus filhos.

Esse filme com certeza irá te fazer ficar emocionado e suspirando acordada. E também querendo um amor tão puro e verdadeiro para si mesma. Não tem como não dizer que foi uma das mais belas histórias de amor e pertencimento.

E se for para não viver um amor desses eu nem quero.

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