Análise do filme Hotel Ruanda (2004)

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Direção Terry George

As feridas do colonialismo ou dividir para dominar

Quando o tratado de Versalhes foi assinado em 1919, o território de Ruanda que pertencia à Alemanha passou ao domínio belga. Quando os belgas assumiram o mesmo usaram dessa estratégia.

Haviam duas etnias: os hutus e os tutsis. Essa última, que correspondia a 14% da população, foi classificada como superior, por ter o nariz mais fino e a pele mais clara, e às pessoas pertencentes à ela foram dados os melhores empregos e melhores condições de vida.

Mesmo depois da independência do país, esse conflito étnico continuou, com os povos guerreando entre si. O filme, estrelado por Don Cheaddle conta a estória verídica de um gerente de hotel, Paul Rusesabagina, de origem hutu,que salvou a vida de mais de 1200 pessoas entre tutsis e hutus abrigando-as no seu local de trabalho. O desempenho do ator lhe rendeu uma indicação ao Oscar.

O genocídio em Ruanda, como ficou conhecido, aconteceu quando a maioria hutu se rebelou contra o povo tutsi, em 1994.Em três meses 800.000 pessoas foram mortas, a maioria a golpes de facão. Em um ritmo frenético vemos os esforços do protagonista para salvar sua família, além de outras pessoas, no meio do massacre, em meio ao desinteresse e omissão da ONU.

O elenco conta também com Joaquin Phoenix, como um jornalista. Um enredo que é uma excelente aula de História.

No elenco tambem tem Sophie Okonedo, Nick Nolte, Ofentse Modiselle, Desmond Dube, Mathabo Pieterson, Hakeem Kae-Kazim, Xolani Mali, Fana Mokoena, Mosa Kaiser, Cara Seymour, Antonio Lyons, Tony Kgoroge, Rosie Motene.

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