Sinopse: O mafioso Jack Carter chega em Seattle para enterrar seu irmão que, aparentemente, foi morto em um acidente de carro. Em casa, ele começa a desconfiar que a morte do irmão não foi acidental. Jack inicia uma jornada de dois dias pela cidade, percorrendo um caminho de vingança, reconectando com sua família e, finalmente, encontrando a redenção.
Elenco: Sylvester Stallone, Michael Caine, Mickey Rourke, Rachael Leigh Cook, Miranda Richardson, John C. McGinley, Rhona Mitra e Alan Cumming.
Direção: Stephen T.Kay
Roteiro: Sylvester Stallone
Esse clássico lançado na virada do milênio mostrou uma história não só de vingança, mas também de reflexão de vida, indo além do comum em certos pontos.
Claro que é inegável o fato de que o clichê aparece em diversos momentos, especialmente no foco principal. Porém isso não deixa ele menos interessante, pelo contrário, conseguiu me prender sem cair no tédio, coisa que poucos filmes de ação fazem.
Sylvester Stallone sempre combinou com esses personagens e aqui não é diferente, mesmo não sendo sua melhor performance, ele convence e mostra a que veio.
Uma curiosidade inusitada é que eu achei que nunca tinha visto nem uma cena do filme, pois eu não lembrava, mas ao assistir acabei lembrando de uma cena específica sendo exibida na TV, quando eu era criança.
Outros fatos inusitados é que este filme é um remake de uma produção de 1971, protagonizada por Michael Caine. E no Streaming HBO Max, o título dessa regravação de 2000 se chama, “Carter – A Vida é Dura”.
Por ter críticas mistas e não ter ido bem nas bilheterias, eu não achei que gostaria tanto, mas achei muito bom, como uma ação deve ser. As cenas de ação foram boas numa medida padrão, nada impressionante. O filme foi feito para quem gosta de uma ação simples.

E uma coisa que me surpreendeu muito ali, foi a parceria entre os atores Sylvester e Rachael, eles atuando juntos foi bem aleatório para mim. Nunca imaginei que tinham feito um filme juntos antes, até porque a cena que lembro de ter assistido na infância, ela não estava presente.
Pontos positivos: Enredo; Elenco; Certos diálogos esclarecedores e lições de vida; O início mostrou bem quem é quem e os conflitos; Os Personagens em sua maioria são interessantes; Um plot twist de leve; O final foi feliz, apesar de simples;
Pontos negativos: O modo de filmagem meio torto e balançado em alguns momentos; Os efeitos visuais com cores coloridas; E algumas cenas pesadas e desnecessárias;
Orçamento: US$ 63,6 milhões
Onde assistir: HBO Max e Mercado Play.
Essa foi minha análise de hoje, espero que tenham gostado! Fiquem à vontade para comentar.
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Tenho esse na minha coleção de DVDs, faz tempo que nao assisto