Análise “Intocáveis” (2011)

Critica de Filmes

Omar Sy numa atuação brilhante e icônica dessa obra-prima do cinema francês

Uma história real sobre um rico que ficou tetraplégico depois de um acidente de parapente, ele chama Phillipe (François Cruzet).

Phillipe já tem os cuidados de Magalie (Andrey Fleurot) e Yvonne (Anne Le Ny), mas ele precisa de mais ajuda para cuidados intimos.

Driss (Omar Sy) que vive na periferia, é um jovem imigrante senegales que faz uma entrevista com Phillipe só pra poder dar entrada no seguro desemprego, porém Phillipe convence Driss para trabalhar com os cuidados pessoais dele.

Driss é um cara doidão, bem zueiro, que tem um comportamento alterado, e Phillipe contrata ele exatamente por não querer alguém que só queira piedade.

O que era no inicio só uma relação de trabalho vira um grande ciclo de amizade, onde a vida dos dois vai mudar no sentido de aliança de confiança e união.

Driss tem um humor apesar de sem noção, muito cativante, além de engraçado, atua muito bem.

O filme é divertido e maravilhoso, uma obra deliciosa de ser assistir.

Bem dirigida pelos diretores Eric Toledano e Olivier Nakache, com uma ótima trilha sonora.

No elenco também tem Clotilde Mollet, Alba Gaïa Bellugi, Philippe Pozzo di Borgo, Cyril Mendy, Grégoire Oestermann, Marie-Laure Descoureaux, Christian Ameri, Dorothée Brière, Thomas Solivéres, François Caron, Dominique Daguier, Salimata Kamate, Émilie Caen, François Bureloup, Renaud Barse, Nicky Marbot, Caroline Bourg, Michel Winogradoff.

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