O sétimo filme da franquia Pânico, uma das sagas de terror mais lucrativas da história do cinema, estreia esta semana

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com a promessa de resgatar as origens que transformaram a série em um fenômeno cult nos anos 1990.

Desta vez, quem assume a direção é Kevin Williamson, roteirista dos primeiros longas da franquia. O retorno também marca a volta de Neve Campbell ao papel de Sidney Prescott, personagem icônica ausente no sexto filme.

Quando o primeiro Pânico chegou aos cinemas, em 1996, o terror atravessava um período de baixa popularidade. O auge dos anos 1970 e 1980, marcado por clássicos como Halloween e Sexta-feira 13, parecia distante. O roteiro de Williamson, inspirado nos crimes reais de Danny Rolling, ajudou a revitalizar o gênero ao combinar metalinguagem, suspense e humor ácido.

Após a morte do diretor Wes Craven, responsável pelos quatro primeiros filmes, Williamson se afastou da franquia. Ele retornou como produtor executivo em Pânico 5 e Pânico 6, lançados mais de uma década depois de Pânico 4. Agora, em Pânico 7, assume pela primeira vez a direção — decisão que, segundo ele, foi motivada por um pedido de Campbell.

A atriz havia recusado participar do sexto longa alegando não ter recebido uma proposta salarial compatível com sua importância para a franquia. Em seu retorno, Sidney Prescott surge como mãe, em uma trama que explora a relação com a filha enquanto ambas enfrentam novamente o assassino mascarado Ghostface.

Os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, responsáveis pelos dois filmes anteriores, introduziram uma nova geração de personagens, liderada por Melissa Barrera e Jenna Ortega, estrela da série Wandinha. No entanto, Barrera foi desligada pela produtora Spyglass Media Group após declarações nas redes sociais sobre o conflito em Gaza, e Ortega optou por não retornar para o novo capítulo.

Pertencente ao subgênero slasher, Pânico acompanha um psicopata que elimina jovens de forma brutal, mas se destaca por brincar com as regras tradicionais do terror, subvertendo expectativas e inserindo elementos cômicos sem abrir mão da tensão.

A sequência de abertura do primeiro filme, estrelada por Drew Barrymore, é considerada uma das mais marcantes da história do terror. Desde 1996, a franquia já arrecadou cerca de 910 milhões de dólares nas bilheterias mundiais, posicionando-se entre as mais rentáveis do gênero, ao lado de Invocação do Mal, Jogos Mortais e da adaptação de It, de Stephen King.

Fonte:g1.globo.com

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