Dirigido por Eliezer Lipnik e Joani di Carso. Estrelado por Bárbara França, Lucca Picon, Felipe Roque, Werner Schünemann, Juliano Laham, Mariana Freire, Rico Ayade, Maria Paula Caetano e Natalia Santos.
O filme foi inteiramente rodado em Salvador e a fotografia é simplesmente linda. Um lugar mais lindo que o outro. A trilha sonora é bem variada com vários estilos e ritmos. E nem preciso dizer que adorei a interpretação de todos os atores. Eu me deixei me levar pelas músicas, imagens, por tudo.
O tema central do filme é o amor pelo surf, pela praia, pelas ondas. Maia (Bárbara França) é uma surfista que está voltando a surfar e acaba se afogando e sendo salva por Pedro (Lucca Picon) que também é surfista e está para ir ao Hawaí.
Com a ajuda de PH (Felipe Roque) e por Pedro, Maia começa a tratar alguns medos que tinham. Os três começam a treinar surf todos os dias. E começam a se preparar para um campeonato decisivo para eles.
Tanto Maia quanto Pedro tem conflitos familiares, mas que aos poucos eles vão aprendendo a lidar com cada um dos obstáculos enquanto acabam se envolvendo em um romance. O filme tem uma ótima vibe e quando você vê já está acabando.
O Mentor deles e o professor, PH, irá ensinar que para você encarar as ondas do mar e a vida, você precisa encarar suas tormentas, tempestades.
Uma coisa que aprendi com a Psicologia foi que devemos enfrentar nossos medos e seguirmos enfrente atrás dos nossos sonhos. E mesmo que não conseguimos realizar da forma como queríamos, só de termos tentado já é uma conquista. O problema não é sentir o medo e sim superá-lo. Com certeza.
Enfim, devemos tentar seguir os nossos sonhos e ideais, da melhor forma que pudermos. A vida é tão curta e devemos viver da melhor forma que conseguirmos.
Que lição de vida esse filme dá. Se eu recomendo? Com certeza!
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