Direção Tim Robbins
Com Susan Sarandon, Sean Penn, Helen Prejean ,Scott Wilson, Peter Sarsgaard, R. Lee Ermey, Jack Black, Robert Prosky, Celia Weston entre outros
Uma profunda reflexão sobre a pena de morte
O roteiro se baseia em um livro da freira Helen Prejean( que aparece também como atriz em uma ponta),interpretada por Susan Sarandon com muita sensibilidade. Atuação essa que lhe rendeu o Oscar de melhor atriz.
A religiosa vê sua rotina tranquila abalada ao receber uma carta de um homem, Matthew Poncelet que espera no corredor da morte. Sua condenação se aproxima e ele pede ajuda à mesma para reverter sua pena em prisão perpétua. Ela aceita sem conhecer os detalhes do caso, ninguém conhece a verdade ainda.
Mathew, apesar da iminência da morte continua a afirmar que é inocente da acusação de homicídio de um casal de adolescentes. Helen não julga, mas quer saber a verdade, dar apoio espiritual e fazer de tudo para reverter a sentença.
Com o passar do tempo, Matthew lhe revela que sim, é culpado.Quem tem um filho assasinado , em sua maioria vai sentir um enorme alívio ao ver o algoz do mesmo morrer, isso é humano.
O Estado porém teria o direito de tirar a vida de alguém, direito divino? É o questionamento que a religiosa faz instantes antes da execução, quando em uma linda cena se olha no espelho e pede forças a Deus para assistir esse ” assassinato brutal permitido pela lei”, em suas palavras.
É incongruente ser cristão e apoiar a pena capital, só Deus pode tirar a vida. ” Um olhar de amor “. É o que Helen quer que seja a última lembrança de Matthew ao morrer, e ela está lá para isso. O nome de Jesus tem sido usado para muitas coisas que não seriam embasadas por ele…
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Parabéns pelo artigo
Obrigada
Excelente filme e interpretação sublime de Sarandon! Parabéns pela resenha!
Obrigada Bia!
Filmaço.
Parabéns pelo Artigo.
Obrigada amigo
Excelentes atuações de Sean Penn e Susan Sarandon que na época era casada com o diretor do filme Tim Robbins, oscar de melhor atriz merecidissimo – parabéns por sua análise
Obrigada!