O Oscar para melhor ator vai para Guillermo Francella em “Homo Argentum”.
Impagáveis as interpretações das 16 personagens do filme. A ironia que retrata a sociedade Argentina contemporânea cabe bem em qualquer país latino-americano. Segurança de rua ou milionário, Francella convence e, de uma história para outra, surpreende como nova personalidade.
Hilária sua atuação como premiado diretor de cinema filmando indígenas numa floresta fake. Uma mistura de Almodóvar com Al Pacino de rolar de rir.
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