Dirigido por Martin Bourboulon e estrelado por Lyna Khoudri, Roschdy Zem, Sidse Babett Knudsen, Christophe Montenez, Athena Strates, Nicolas Bridet, Fatima Adoum, Elsa Lunghini, Yan Tual e Grégoire Leprince-Ringuet.
Esse filme é um thriller político e é baseado no livro: 13 jours, 13 nouits de Kaboul do escritor Mohamed Bida. E para mim tem elementos de um documentário.
15 de Agosto de 2021, Cabul. Os Estados Unidos concordam em cessar fogo e começam a sair do Afeganistão. E pondo fim de uma guerra que já duravam 20 anos. Mas Cabul era tomada por Talibã. E em poucas horas, a cidade fica mergulhada no caos, e a tensão e desespero tomando conta da civilização.
A trama gira em torno de Mohamed Bida, o comandante responsável pela segurança da Embaixada da França. Ele e a equipe tentam proteger centenas, milhares de afegãos que buscam abrigos em lugares estratégicos.
O filme vive em constante tensão e a cada momento você fica mais e mais interessado em como isso vai se resolver com tantos refugiados.
Entre os refugiados está Eva (Lyna Khoudri), uma jovem humanitária franco-afegã que se torna peça fundamental nas negociações. Mohamed Bida e Eva enfrentam dilemas éticos e decisões bem difíceis, quase impossíveis e dessa forma, equilibrar a segurança, a sobrevivência e a humanidade de todos os refugiados.
Com o tempo agindo de forma contrária e o aeroporto sendo a única chance dos refugiados fugirem, Bida precisa negociar diretamente com os Talibãs para ter um comboio de evacuação. Uma missão muito arriscada que seria atravessar uma cidade tomada pelo medo, pelas incertezas e acima de tudo, com a violência dominando o lugar.
Nessa hora, o impacto psicológico de todos os envolvidos foi muito grande. Soldados exaustos, civis em pânico e os líderes sendo obrigados a tomar decisões que envolvem risco. Algo de vida e morte.
O filme é baseado em fatos reais e no próprio relato de Mohamed Bida. O filme é focado na urgência, na pressão moral e na fragilidade das escolhas feitas em situações extremas.
Enfim, é um retrato da resistência, da solidariedade e de quanto é gratificante, porém desgastante salvar vidas em meio ao caos.
Mas e se fosse você? O que você faria no lugar deles? E se a sua vida estivesse correndo perigo? Qual seria a melhor estratégia para reverter essa situação?
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