Mágico, ilusionista, escapologista, famoso por libertar-se de algemas, camisas de força e caixas submersas.
Mágico mais famoso da história e o maior escapologista que já existiu
Ehrich Weisz, conhecido com Harry Houdini, nasceu em Budapeste na Hungria em 1874.
Foi um dos primeiros artistas a usar a imprensa e autopromoção agressiva para construir sua imagem, sendo considerado um “influencer” de sua época.
Fuga da Cadeira de Água (1912): Acarrentado e preso em uma caixa de madeira, foi submerso no East River, escapando em apenas 57 segundos.
Camisa de Força nas Alturas: Ficava pendurado de cabeça para baixo em prédios enquanto se libertava, atraindo multidões.
Desaparecimento do Elefante (1918): Fez um elefante sumir no palco do Hipódromo de Nova Iorque usando técnicas de ilusionismo.

Harry Houdini realizou o truque de ser enterrado vivo como parte de suas performances de escapismo, mas não morreu durante essa façanha. Ele executou o número pelo menos três vezes (1915, 1926), chegando a passar mais de uma hora em um caixão lacrado submerso, usando respiração controlada para sobreviver.
O primeiro teste (1915): Na Califórnia, Houdini foi enterrado em uma cova de quase dois metros sem caixão. O truque quase o matou, pois ele entrou em pânico e precisou de ajuda dos assistentes para sair.
A versão de 1926: Em 28 de setembro de 1926, ele realizou a façanha no YMCA em Massachusetts, permanecendo por 1h11min dentro de um caixão lacrado sob a água.
Sim, Harry Houdini era conhecido por convidar voluntários da plateia e críticos ao palco para examinar minuciosamente seus equipamentos — incluindo pregos, caixas, cadeados e algemas — antes de realizar seus escapes.
Houdini dedicou os últimos anos de sua vida a desmascarar médiuns e espiritualistas falsos. Ele usou seu conhecimento em ilusionismo para expor truques, como “impressões digitais de espíritos”, como fraudes, visitando sessões espíritas disfarçado. Houdini via essas práticas como charlatanismo que explorava pessoas enlutadas.
Houdini era amigo de Arthur Conan Doyle

A tentativa de recriar os perigosos truques de escapismo de Harry Houdini já custou a vida de alguns mágicos ao longo da história. O caso mais notório e recente envolve um mágico indiano, mas a história da mágica registra outros acidentes fatais em tentativas de emular o “mestre do escapismo”.
Chanchal Lahiri (Mandrake): Em 2019, o mágico indiano, conhecido como “Mandrake”, faleceu durante uma performance no rio Hooghly, na Índia. Ele tentava realizar um número de escapismo inspirado nas famosas fugas subaquáticas de Houdini. Infelizmente, Lahiri não conseguiu retornar à superfície.
Minha mente é a chave que me liberta – Frase dita por Harry Houdini
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