Direção: Jack Hill, Stephanie Rothman
Elenco: William Campbell, Marissa Mathes, Lori Saunders, Sandra Knight, Karl Schanzer, Biff Elliot, Sid Haig, Jonathan Haze
De vez em quando eu sou surpreendido por algum filme que nunca sequer ouvi falar antes. No caso quando se trata de meu tema favorito, aí que fico mais surpreso e feliz por descobrir um título inédito para mim.
Foi o caso desse “Blood Bath” que encontrei essa madrugada por puro acaso. O filme produzido pelo mestre dos filmes B, Roger Corman, é uma interessante mistura de terror gótico com clima noir e thriller psicológico. Na trama temos um pintor que acredita ser a reencarnação de um ancestral seu acusado de pacto com o diabo e por consequência amaldiçoado a ser um vampiro e fora traído por sua musa, Melizza, ato que o levou a ser queimado numa fogueira.
Com uma ótima fotografia repleta de luz e sombras, o filme apesar da curtíssima duração consegue condensar bem a narrativa sem soar apressada na maior parte do tempo.
Os ataques do vampiro às vezes são um tanto espalhafatosos, mas nada que deixe o filme desinteressante.
Mas, o que mais me chamou a atenção além da ótima atmosfera noir foram as inúmeras semelhanças durante o decorrer do filme com “Maniac” de William Lustig, principalmente o ato final MUITO, mas muito parecido mesmo.
Se ficou interessado(a) em ver, tem disponível no YouTube legendado em português.
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