Análise do filme A Última Viagem do Demeter (2023)

Critica de Filmes

Diretor: André Øvredal


Elenco: A Última Viagem do Demeter: Corey Hawkins, Aisling Franciosi, Liam Cunningham, David Dastmalchian, Javier Botet, Jon Jon Briones, Stefan Kapičić, Nikolai Nikolaeff, Martin Furulund, Chris Walley, Woody Norman, Nicolo

“A Última Viagem do Demeter” adapta as 5 (sim, são apenas cinco mesmo) páginas que se referem ao capítulo do clássico livro de Bram Stoker sobre a viagem de Drácula para Londres.

Focando no diário de bordo do capitão do Demeter, o filme toma várias liberdades para poder estender a narrativa e consegue mesmo assim se manter bem fiel ao texto de Stoker, principalmente no que se refere a criatura.

Esqueça o Drácula com ar aristocrata e sedutor que se tornou bem popular nas inúmeras adaptações para cinema, aqui o Drácula é o monstro, a criatura demoníaca com uma insaciável sede por sangue e totalmente impiedoso e cruel, assim como foi descrito no livro. “Essa passagem de “Drácula” já havia sido adaptada, muito bem por sinal, no segundo (e melhor) episódio da minissérie “Drácula” da Netflix, porém, lá foram tomadas muito mais liberdades no resultado final.

Aqui vemos Drácula em seu instinto mais primitivo, uma besta que só quer se alimentar e guardar forças para sua chegada a Londres.

O filme tem bastante gore, até mais do que eu imaginava. Mesmo já sabendo do desfecho da história manteve minha atenção até os minutos finais.

Pegue “Alien – O Oitavo Passageiro” (que claramente já era inspirado no capítulo do livro Stoker também) e misture com “Nosferatu” e pronto, temos aqui um ótimo filme de terror.

Além de um ótimo elenco, “Última Viagem do Demeter” se destaca também na excelente trilha sonora.

Expectativa cumprida com sucesso. Desculpem o textão, mas minha intenção era de alguma maneira agregar nessa discussão de como consumir cinema na contemporaneidade.

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