Dirigido por Billy Wilder e estrelado por Marilyn Monroe, Tony Curtis, Jack Lemmon, George Raft, Joe E. Brown e Barbara Drew.
Estou de volta com mais um filme considerado clássico. É uma comédia romântica deliciosa. E visto por muitos como: uma das obras primas do diretor Billy Wilder. Na época que foi lançado, foi bem além do seu tempo. Para mim é uma das melhores comédias feitas de todos os tempos. E mesmo depois de muitos anos, não envelheceu mal. Sou muito fã desse trio: Lemmon, Curtis e Monroe. Sempre que posso vejo filmes com eles. Então posso ser suspeita para falar, mas… Dou risada do início ao fim.
A trama nos remete ao final da década de 1920. 1929 para ser mais exata. Em Chicago, em plena lei seca. Dois músicos de Jazz que trabalham em um clube noturno, Joe (Tony Curtis), um saxofonista mulherengo e trapalhão e Jerry (Jack Lemmon), um homem mais na dele, acabam vendo sem querer, um massacre do dia de São Valentin. Pessoas sendo fuziladas por gansgters. E ambos são vistos por esses “mafiosos” e é aí que as coisas começam a complicar para eles. Os dois se tornam alvo dos criminosos e correm risco de vida. Então Joe e Jack, precisam sair da cidade o quanto antes e sem deixar pistas.
Sem dinheiro e sem ter como fugir, eles descobrem que uma banda feminina está precisando de mais duas participantes e estarão participando em uma turnê na Flórida. Então, Joe decide se vestir como mulher e aceitar a oferta de poder tocar nessa banda feminina. Assim nasce Josephine (Tony Curtis) e Daphne (Jack Lemmon). Na hora que vi ambos fantasiados de mulher, caí na risada. Eles estão hilários. Tony Curtis e suas famosas caras e bocas. Dou muita risada sempre que vejo.
E assim com vestidos, perucas, maquiagem, salto alto eles vão com o resto da banda feminina rumo à Flórida.
Durante a viagem, eles tentam se adaptar a seus papéis femininos. E é no trem que eles conhecem Sugar (Marilyn Monroe), uma encantadora cantora que sonha em encontrar um homem rico e se casar com ele. Ela já está cansada de viver com caras errados e ser usada pelos mesmos. Joe, vestido de Josephine descobre esse sonho de Sugar. E está encantado com sua beleza e sensualidade.
Chegando em Flórida, Jerry vestido como Daphne também começa a ser assediado por um homem milionário Osgood. (Joe E. Brown). Ele não perde tempo e insiste várias vezes em ter momentos a sós com Daphne. Inclusive convidando para jantar em seu iate luxuoso.
Enquanto Joe assume uma segunda identidade. A de um milionário chamado Junior. E sendo herdeiro de uma companhia de Petróleo. Fingindo ser um cara tímido e reservado, tenta de todas as formas conquistar Sugar. Que acha ter encontrado o homem dos seus sonhos.
E nesse meio tempo, você dá altas risadas das loucuras e confusões que esses personagens enfrentam. Joe acaba levando Sugar em um jantar romântico no iate de Osgood na noite que o homem mais velho tem um encontro com Daphne.
O clímax acontece quando os gângsters de Chicago chegam ao hotel onde eles (Joe e Jerry) estão hospedados. E agora mais que nunca, eles precisam fugir.
Esse filme tem uma cena que eu acho icônica. Jerry acaba contando que ele não pode ficar com Osgood por ser homem. E Osgood disse que tudo bem. Que ninguém era perfeito.
Essa frase ficou marcada em minha mente e até hoje cito em algumas ocasiões.
E vocês? O que vocês acham desse filme? Se quiserem comentar abaixo fique a vontade. Eu vou indo. Um beijo a todos e até a próxima matéria.
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