Crítica: O Justiceiro: Uma Última Morte

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” O Justiceiro: Uma Última Morte , está disponível no streaming do Disney Plus, que serve como uma porta de entrada para o personagem Frank Castle, estrelar sua série solo, futuramente na plataforma.

Lembrando que o anti-heroi teve duas temporadas na Netflix, e ele já fez sua participação na primeira temporada de ” Demolidor Renascido ” e em breve estará em ” Homem Aranha: Um Novo Dia

Jon Bernthal está muito bem como o personagem título, que nesse especial de aproximadamente uns 45 minutos tirando os créditos, consegue trazer bem a essência do anti-herói.

A história é bem fechada, mostrando pouca conexão com as outras séries, e traz uma atmosfera bem anos 80 em algumas partes , além de uma forte referência com o clássico ” Desejo de Matar 3( 1985) estrelado por Charles Bronson.

Frank Castle , vive atormentado com tragédias do passado, e tem de enfrentar um caos instalado em um bairro de Nova York, na qual o próprio Castle, pode estar envolvido em razão de divergências com uma família de mafiosos.

O diretor Reinaldo Marcus Green( King Richards ) consegue trazer alguns arcos , com poucos personagens, já que o foco principal está somente no personagem título.

No geral esse especial acaba sendo uma grata surpresa para os apreciadores do personagem e um longa com uma duração com mais minutos será bem vindo.

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