Análise do filme: Levada da Breca. (1938)

Critica de Filmes

Dirigido por Howard Hawks e estrelado por Katharine Hepburn, Cary Grant, Charles Ruggles, May Robson e Barry Fitzgerald.

Olá a todos. Eu estou de volta e trazendo um filme que amo. Eu adoro o casal (fictício) Hepburn e Grant. Essas comédias românticas da década de 1930 são ótimas. Amo comédias inteligentes e essa é uma das minhas prediletas. Tanto Hepburn quanto Grant mostram nesse filme porque são lendas do cinema. Eu dou muita risada com ambos. Aqui Hepburn é uma mulher mimada, rica que se apaixona por Grant e faz de tudo para conquistá-lo. Grant está hilário. Há cenas muito divertidas e recomendo a todos a assistirem. Eu tenho esse filme em Blu-ray importado de tanto que amo. Mas vou fazer uma sinopse sobre ele.

David Huxley (Cary Grant) é um paleontólogo tímido e meticuloso. É alguém viciado no trabalho. Ele está prestes a concluir uma montagem extremamente importante de um brontossauro no museu em que trabalha. Só falta um osso e assim ele iria completar. Ele encomenda essa peça e assim poderá gastar sua energia em outras peças ou obras já que David está a anos montando o esqueleto desse animal.

David é noivo e estas prestes a se casar com Alice Swallow (Virginia Walker), em uma cerimônia simples e sem romance. Não senti nada romântico ou apaixonado nesse casal. Para mim parecia um acordo ou algo do tipo… Mas enfim…

Eles descobrem que podem receber uma doação milionária para o museu. E David vai conversar com a pessoa responsável e mostrar o porquê seria interessante fazer essa doação para o Museu. Chegando lá, ele acaba conhecendo Susan Vance (Katharine Hepburn), uma jovem rica, excêntrica, impulsiva, mimada que acaba virando sua vida de cabeça para baixo. Eles se conhecem em um campo de golfe. Na vida real, Hepburn jogava e muito bem vários esportes. Entre eles, o golfe. E já no primeiro momento, há uma série de maus entendidos e confusões caóticas, mas extremamente divertidas.

Foi amor à primeira vista, Susan ficou encantada por David logo de cara, e faz de tudo para conquistá-lo. Uma das cenas mais engraçadas e por que não icônicas foi quando aparece um leopardo domesticado chamado Baby. Ela ganhou de presente do irmão que vive na América do Sul. As cenas dos dois com o leopardo são bem divertidas.

Susan decide levar o leopardo até a casa de campo da tia, Elizabeth Random (May Robson), que é a mesma pessoa que David pretende impressionar para garantir a doação ao Museu.

E chegando nessa casa de campo é aí que as coisas complicam ainda mais para David. Caos absoluto e risada garantida. Uma coisa eu posso garantir: Nunca David foi tão feliz e nem se divertiu tanto na vida. E como dizem os jovens: Eu passo pano para Susan. Sabe aquelas loucas, mas de bom coração? Ou aquela que faz tudo por amor e pela pessoa que ama? Não tem como não amar.

E há tantas sequências divertidas. Entre elas: a fuga do Leopardo Baby e a chegada de um novo, porém feroz. Esse segundo tinha fugido do circo. A prisão de Susan e David por acharem que eles tinham roubado esse segundo animal. David tenta salvar seu emprego, o osso que faltava e que chegou até ele, até mesmo a sua pele. E Susan? Bem ela vai demonstrando entre o caos que tem um amor sincero e profundo por ele.

David acaba percebendo que a vida é muito mais divertida com ela e muito mais apaixonante.

O que vocês acharam do filme? Quem quiser comentar abaixo, fique a vontade. Eu vou ficando por aqui. Beijo a todos e até a próxima matéria.

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