Centenário de Marilyn Monroe.

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Marilyn Monroe estaria fazendo 100 anos se ela estivesse viva hoje. Ela foi uma das maiores atrizes, modelos e ícones culturais do século XX, eternizada por sua persona de “loira bombástica” e por sua trágica trajetória pessoal. Nascida Norma Jeane Mortenson em 1º de junho de 1926, ela superou uma infância extremamente difícil em orfanatos e lares adotivos para se tornar a estrela mais lucrativa de Hollywood nos anos 1950. Sua morte precoce em 4 de agosto de 1962, aos 36 anos, decorrente de uma overdose de medicamentos, chocou o mundo e consolidou seu status de mito duradouro na cultura pop.

Eu vi vários filmes com ela. Confesso que vi quase tudo e sempre adorei vê-la atuando. Seu charme, carisma e beleza encantaram e continuam encantando gerações desde que ela começou a atuar. Mas vamos nos aprofundar melhor em sua trajetória. Com vocês uma das mulheres mais desejadas e cobiçadas das décadas de 1950 e 1960.

Marilyn Monroe começou sua carreira profissional como modelo pin-up em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial. Ela foi descoberta em 1944 quando trabalhava em uma fábrica de munições (a Radioplane Company) e foi fotografada por David Conover para registrar o esforço de guerra feminino.

Em 1945 foi contratada como modelo. Diante do sucesso das fotos, ela deixou a fábrica e assinou com a agência de modelos Blue Book, tornando-se um rosto frequente em capas de revistas.

Em 1946, Marilyn estreia no cinema. Com o sucesso nas fotos, assinou seu primeiro contrato com a 20th Century Fox. Foi nesse ano que ela mudou o cabelo para o tom loiro platinado e adotou oficialmente o nome artístico de Marilyn Monroe.

Primeiros Papéis (1947–1948): Suas primeiras aparições nas telas ocorreram em papéis bem pequenos em filmes como Sua Alteza, a Secretária (1947) e Mentira Piedosa (1947).

Seus papeis mais conhecidos são: Os Homens Preferem as Loiras (1952), O Pecado Mora ao Lado (1955), Quanto mais quente melhor (1959) e os desajustados. (1961). Os Desajustados foi seu último filme concluído e apresentou um papel dramático profundo e melancólico escrito por Arthur Miller.

Mais do que uma celebridade, Marilyn transformou-se em um símbolo visual universal. Seu rosto foi imortalizado pela pop art de Andy Warhol, e suas lutas contra a pressão da fama anteciparam os debates modernos sobre a saúde mental na indústria do entretenimento.

Os últimos dias de Marilyn Monroe, no verão de 1962, foram marcados por uma mistura devastadora de isolamento profundo, instabilidade profissional e grave crise de saúde mental. Embora ela demonstrasse momentos de otimismo, sua rotina era dominada pela insônia crônica e pela forte dependência de barbitúricos.

Semanas antes, Marilyn havia sido demitida pela Fox do filme Something’s Got to Give devido aos seus constantes atrasos e ausências por problemas de saúde. O estúdio tentou recontratá-la pouco antes de sua morte, mas o desgaste emocional já era imenso.

Marilyn passou a maior parte de seus últimos dias trancada em sua nova e única casa própria em Los Angeles, de estilo espanhol, onde mandou gravar na entrada a frase em latim “Cursum Perficio” (“Minha jornada termina aqui”)

Essa foi a trágica trajetória de uma das mulheres mais icônicas do cinema do século 20 e que faz sucesso ainda hoje. A grande e inesquecível Marilyn Monroe.

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