Análise do Filme: Toy Story. (1995)

Critica de Filmes Desenho Animado

Essa animação foi dirigida por John Lasseter e tem as vozes de: Tim Allen, Wallace Shawn, Annie Potts, Tom Hanks, Jim Varney, John Ratzenberger, Donald Reignoux, Estelle Harris, Laurie Metcalf, Joe Ranft, Don Rickles, Erik von Detten e Sarah Freeman.

Toy Story é uma das franquias de animação mais famosas e revolucionárias do cinema, criada pela Pixar Animation Studios e distribuída pela Walt Disney Studios. Lançado em 1995, o primeiro filme foi o primeiro longa-metragem da história totalmente animado por computador. A trama acompanha a vida secreta dos brinquedos, que ganham vida quando os humanos não estão olhando, liderados pelo caubói Woody e pelo patrulheiro espacial Buzz Lightyear.

Hoje eu revi essa primeira animação (Toy Story 1) e me bateu uma grande nostalgia. Em 1995 eu tinha 20 anos e naquela época, eu via muitas animações. Principalmente se fossem da Disney. E eu me lembro de ter visto Toy Story assim que saiu em VHS. Eu fazia parte de várias locadoras e não demorou tanto para eu conseguir alugar essa animação que na época foi um grande avanço. Mas isso não é algo tão surpreendente assim já que Disney é Disney e é sinônimo de qualidade.

Toy Story acompanha a vida secreta dos brinquedos de um garoto chamado Andy (Donald Reignoux), liderados pelo caubói de pano Woody (Tom Hanks), o favorito do menino. O aniversário do Andy está chegando e seus brinquedos ficam nervosos, temendo que ele ganhe novos brinquedos que possam substituí-los.

O mundo deles vira de cabeça para baixo quando Andy ganha Buzz Lightyear (Tim Allen), um boneco de ação espacial ultra moderno que não sabe que é um brinquedo.

Quando Buzz Lightyear chega e acaba se tornando o novo favorito de Andy, Woody começa a sentir ciúmes ao perceber que não é mais o brinquedo favorito de Andy. Mas esse sentimento é muito humano. Quem nunca sentiu ciúmes de alguém? Ou quem nunca se sentiu “ferido” ou “magoado” de ter perdido um posto ou lugar no coração de alguém? Principalmente se você ganha um irmão mais novo ou algo do tipo. Esse sentimento é bem natural de nós, humanos, sentirmos.

O ciúme de Woody e uma briga acidental fazem com que os dois rivais caiam pela janela e se percam na rua. Para piorar, eles vão parar nas mãos de Sid (Erik von Detten), o vizinho cruel que destrói brinquedos por diversão. Agora, Woody e Buzz precisam superar suas diferenças e trabalhar juntos para fugir e voltar para casa antes que a família de Andy mude de endereço.

O primeiro Toy Story (1995) foi um sucesso estrondoso, arrecadando US$ 229,9 milhões nos Estados Unidos e mais de US$ 401,1 milhões mundialmente (incluindo relançamentos), partindo de um orçamento modesto de apenas US$ 30 milhões. No Brasil, o filme estreou no início de 1996 e vendeu mais de 4,1 milhões de ingressos, consolidando-se como um fenômeno instantâneo de público no país.

O diretor John Lasseter recebeu uma estatueta honorária da Academia pela criação e aplicação de técnicas que tornaram possível o primeiro longa-metragem animado por computador. Foi a primeira animação da história a concorrer na categoria de Melhor Roteiro Original. Também foi indicado a Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original por “Amigo Estou Aqui” (You’ve Got a Friend in Me), de Randy Newman.

Globo de Ouro: Teve duas indicações importantes: Melhor Filme — Comédia ou Musical e Melhor Canção Original.

O filme sepultou a ideia de que animações em computação gráfica 3D serviam apenas para curtas ou comerciais, mudando permanentemente o foco de estúdios como a Disney de 2D para o ambiente digital. Além de transformar a Pixar Animation Studios em uma potência de Hollywood e referência absoluta em narrativa cinematográfica e inovação técnica.

Depois de Toy Story houve outra mudança:

Nova Relação com Brinquedos: O roteiro mudou a forma como crianças do mundo inteiro brincavam, injetando um sentimento lúdico de apego e cuidado aos seus bonecos sob a perspectiva de que “eles ganhavam vida”.

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