Dirigido por Halina Reijn e estrelado por Nicole Kidman, Antonio Banderas, Harris Dickinson, Esther Rose McGregor, Sophie Wilde, Izabel Mar, Vaughan Reilly, Gaite Jansen, John Cenatiempo, Victor Slezak, Robert Farrior, Bartley Booz, Maxwell Whittington-Cooper e Gabriela Torres.
Babygirl é um thriller erótico de 2024 que explora as complexidades das dinâmicas de poder, controle e o desejo sexual feminino dentro de uma empresa.
A trama acompanha Romy (Nicole Kidman), uma CEO de alto escalão muito bem-sucedida. Apesar de ter uma carreira consolidada e um casamento estável com Jacob (Antonio Banderas), ela se sente sexualmente insatisfeita. Sua vida muda drasticamente quando ela inicia um caso tórrido, secreto e proibido com Samuel (Harris Dickinson), um estagiário significativamente mais jovem. O relacionamento rapidamente evolui para um jogo psicológico de submissão e dominação (BDSM), colocando em risco tanto a sua família quanto o seu cargo na empresa.
Eu particularmente gostei do filme e da atuação da Nicole Kidman. Ela explorou um tema bastante interessante e bem polêmico. Ela gostava de relacionamentos íntimos mais intensos. E isso ela não estava conseguindo alcançar com o marido. Ela sentia um vazio emocional muito grande. Ela o amava, mas não se sentia plena ou completa no quesito sexual com ele.
Eu faria diferente dela. Eu conversaria com o meu marido sobre essa insatisfação desde o começo e tentaria consertar a minha vida a dois com ele antes de qualquer coisa. Deu para notar, que o casal não tinha muito diálogo e viviam uma vida rotineira e isso tem que ser visto antes de piorar.
Eu achei um bom filme. Interessante, libertador. Nicole Kidman disse na época que foi libertador fazer esse filme. Não duvido. Se eu recomendo? Com toda a certeza. Esse tema está muito na moda e pode acontecer com qualquer pessoa.
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