Já está no cinema , a primeira aventura solo da heroína Supergirl, na gestão do produtor James Gunn( Esquadrão Suicida/ Guardiões das Galáxias). Lembrando que na antiga gestão, conhecido como a era ” Zack Snyder” , Supergirl apareceu em ” The Flash ( 2023)” mas com a descontinuidade do universo, nunca teve um filme próprio.
Em 1984, Helen Slater foi a protagonista do primeiro filme da heroína, mas o longa fracassou e não teve uma continuação.
Durante esses anos, a personagem teve passagens em série como Smalville( 2001/ 2011) e em 2015 foi lançado sua primeira série própria com Melisa Besoit no papel título e obteve varias bem sucedidas temporadas.
” Supergirl (2026) traz o diretor Graig Gillespie, que fez os ótimos ” Eu Tonya( 2017) e ” Cruela( 2021) , fato que levou a produção do longa, lhe contratar em razão dessa sua habilidade de ter fortes protagonistas femininas.
Milly Alcock ( das séries A Casa do Dragão e Sereias) consegue convencer como Kara- Zoel Er , prima do Superman ( David Corenswet) que está longe da cidade de Metrópoles, e esta atualmente em viagens estelares, onde vive uma vida regada a festas e bebidas.
Sua ” zona” de conforto é retirada com a entrada de Ruth ( Eva Ridley) que vê na heroína potencial para ela lhe ajudar a se vingar dos seus pais, cometido pelo vilão Kren ( Matthias Shoenaerts ). O mesmo depois confronta a Supergirl, ferindo seu cachorro Krypton, que a única maneira de salvar ele, é um antídoto que só o vilão tem
A direção de Graig, e bem burocrática, o roteiro é bem simples, as vezes parecendo um episódio de uma série. Inevitável comparação com longas como Star Wars ( 1977); Mad Max: Estrada da Fúria ( 2015) ou mesmo ” Guardiões ” é inevitável.
Jason Momoa, retorna ao universo DC, com outro personagem o anti-herói Lobo, que é quase uma reeleitura do seu personagem do antigo universo da mesma empresa em Aquaman( 2018), mas que consegue convencer mesmo com pouco tempo de tela.
Os flashbacks sobre a origem da protagonista, são bem dinâmicos, a Interação com seus pais ( David Krumholtz e Emily Beechman) poderiam ter mais cenas, mas por outro lado, comprometeria a narrativa do filme.
No geral, ” Supergirl” consegue trazer uma boa diversão, com boas cenas de ação, que pode agradar os fãs da heroína.
Link da Crítica do Filme no Canal Caçadores de Cinema
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