Dirigido por Thierry Klifa e estrelado por Isabelle Huppert, Laurent Lafitte, Raphaël Personnaz, Marina Foïs, Anne Brochet, Joseph Olivennes, Micha Lescot, Paul Beaurepaire, Mathieu Demy, André Marcon e Yannick Renier.
Eu acompanho o cinema europeu desde pequena. Já na década de 1980 já acompanhava trabalhos da Juliette Binoche, Sophie Marceau, Isabelle Adjani e até mesmo da Isabelle Huppert. Então eu adorei essa oportunidade de estar vendo mais um filme francês. Sou muito fã da Isabelle Huppert mesmo em filmes densos ou polêmicos como A Professora de Piano sempre estou prestigiando seu trabalho. E é claro que eu ia assistir A mulher mais rica do mundo.
Essa comédia dramática dirigida por Thierry Klifa foi lançada mundialmente em 2025 e tem no elenco a grande e premiada Isabelle Huppert. O roteiro é livremente inspirado no famoso escândalo da vida real de Liliane Bettencourt (e sua filha Françoise), a herdeira bilionária do império de cosméticos da L’Oréal.
Confesso que fiquei bem intrigada com a sinopse e enquanto não terminei de assistir, não sosseguei. Eu tenho que falar que achei a atriz Marina Foïs que no filme era Frédérique Spielman muito parecida com a também atriz Debra Winger. Debra Winger é outra atriz que acompanho desde a década de 1980 e isso me bateu um saudosismo incrível ontem.
Na trama, Marianne Farrère (Huppert) é a dona da multinacional Windler e considerada a mulher mais influente do mundo. Ela desenvolve uma amizade íntima e ambígua com Pierre-Alain Fantin (Laurent Lafitte), um jovem escritor e fotógrafo ambicioso. Quando Marianne começa a doar centenas de milhões de euros para o rapaz, sua filha e o mordomo desconfiam de um golpe, desencadeando um processo por abuso de vulnerabilidade e um enorme escândalo político e familiar.
A meu ver, todos os personagens sentiam inveja e muita da Marianne. No início ela agia como se não tinha mais perspectiva de viver. Os dias apenas estavam passando um atrás do outro. Ela vivia em um tédio danado e quando ela conhece o fotógrafo, artista Pierre, a sua vida dá uma guinada de 360 graus. É como se ele tivesse resgatado sua alegria de viver. Ele trouxe paz e esperança para Marianne.
Marianne não estava tão preocupada com dinheiro. Ela sabia administrar desde nova. Ela queria era aproveitar a vida e conhecer um pouco mais sobre as coisas que antes não sabia. É um filme bem interessante! Marianne tem essa amizade íntima com Pierre, quem lhe mostrou que a vida pode ter várias possibilidades. E não ser tão preto no branco. Muito pelo contrário, a gente pinta a nossa vida com as cores que nós gostamos ou queremos. E não é porque Marianne era milionária e bem atarefada que não podia viver a vida com prazer e alegria. Como dizia Robin Williams em a Sociedade dos Poetas Mortos: Carpe Diem!
E quem quiser assistir o filme, ele já está disponível no Filmelier+ (Amazon Prime Vídeo) e Aluguel Digital: A produção também pode ser encontrada para compra ou aluguel em formato VOD (Video on Demand) na Apple TV.
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