Análise “A Divina Sarah Bernhardt ” (2024)

Critica de Filmes

Uma Obra-Prima biográfica profunda, intrigante e realista.

Uma co-produção França e Bélgica contando a história de uma das maiores mulheres que existiu no mundo artístico.

Além da excelente história, do roteiro, o filme acerta em cheio na montagem, direção de arte com cenários incríveis, uma direção magistral de Guillaume Nicloux, com fantasticos planos e enquadramentos de câmera, com uma trilha sonora bem encaixada.

Sarah Bernhardt (Sandrine Kiberlain) em uma atuação formidável, no limite do excêntrico contando a vida dela fora dos palcos de teatro, o relacionamento dela com o ator Lucien Guitry (Laurent Lafitte ).

O filme intercala os momentos da vida dela, inclusive a amputação de sua perna pelo acidente dela sofrido no Brasil.
Sarah era conhecida e reverenciada por varias autoridades e pessoas da cultura, inclusive o Imperador Dom Pedro II, mas também por Victor Hugo, Oscar Wilde, Sigmund Freud, Emile Zola.
Sarah Bernhardt uma personalidade com gênio forte, a primeira mega celebridade mundial, quebrando barreiras e se tornando um nome eterno na cultura francesa e mundial, em um filme biográfico feito com ótima perfeição artística.
No elenco também tem Mathilde Ollivier, Amira Casar, Laurent Stocker, Pauline Étienne, Arthur Mazet, Grégoire Leprince-Ringuet, Sébastien Pouderoux, Clément Hervieu-Léger, Sylvain Creuzevault, Arthur Igual.

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