Análise do Filme “36” (2004)

Critica de Filmes

Um ótimo filme policial do cinema francês envolvendo corrupção, conspiração, violência e traição.

Com uma onda de violência provocada por uma quadrilha que assalta carros fortes em Paris, deixando 9 mortes, Robert Mancini (André Dussollier), o diretor da polícia, está deixando o cargo dele devido ter recebido uma promoção, e vai escolher entre dois oficiais da policia para nomear seu sucessor, mas essa nomeação depende do sucesso de combater essa quadrilha.

Esses dois policiais escolhidos por Robert, são Léo Vrinks ( Daniel Auteuil ), chefe do BRI , e Denis Klein ( Gérard Depardieu ), chefe do BRB, ambos eles tem rivalidades pessoais, um dos motivos é por Camille ( Valeria Golino ), esposa de Vrinks, foi amante de Klein.

Vrinks tem informantes, e acordo com ex-presidiários, enquanto Klein tem métodos questionáveis e bebe muito, essa rivalidade vai aumentando e o destino do filme vai se desenrolando nessa revanche dos dois.

O filme é sensacional, um thriller policial de alto nível, com cenas de violência, bastante investigação, reviravoltas, ótimos diálogos, um roteiro muito bem conduzido e envolvente.

O filme teve inspirações em crimes que ocorreram na França nos anos 80, e na vida do diretor Olivier Marchal que foi policial na vida real por 12 anos.

Uma direção de arte bem competente, com ótima paletas de cores, fazendo algo visual mais gráfico, usando um tom mais realista.

Uma obra policial excelente, um ótimo filme francês.

No elenco também tem Alain Figlarz, Aurore Auteuil, Anne Consigny, Anna D’Annunzio, Roschdy Zem, Daniel Duval, Francis Renaud, Guy Lecluyse, Catherine Marchal, Mylène Demongeot, Thierry Guerrib, Denis Sylvain, Christophe Rouzaud, Éric Defosse, Laurent Olmedo.

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1 thought on “Análise do Filme “36” (2004)

  1. Particularmente adoro filmes policiais! É um dos gêneros de filmes e livros que mais gosto! Principalmente os estilos noir e neo-noir.
    Tem uma coisa que não entendi na resenha, qual o significado do título do filme? Fiquei curioso. Parabéns pela resenha, André!

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