Um filhote de baleia jubarte foi encontrado morto na tarde deste sábado, 1º de agosto, na faixa de areia entre os bairros Vila Caiçara e Jardim Real, no município de Praia Grande, litoral de São Paulo. O surgimento da carcaça do animal atraiu dezenas de banhistas curiosos, gerando comoção e alertas por parte de especialistas ambientais.
Segundo avaliações preliminares divulgadas por portais como O Globo e equipes locais, o filhote já estava morto no mar há cerca de dois dias. O corpo inchado foi arrastado até a praia pelas fortes correntezas marinhas. O Centro Integrado de Comandos e Operações Especiais (Cicoe) acionou imediatamente os biólogos do Instituto Biopesca, que realizaram o isolamento da área e as análises biológicas necessárias. A Secretaria de Serviços Urbanos da prefeitura utilizou tratores e maquinário pesado para fazer a remoção segura dos restos do animal da areia.
Especialistas explicam que ocorrências desse tipo aumentam consideravelmente nesta época do ano. Entre os meses de julho e novembro, as baleias jubarte realizam sua rota de migração em direção a águas mais quentes para se reproduzirem, tornando comum o avistamento e, infelizmente, o encalhe de indivíduos debilitados.
Biólogos e autoridades reforçam que a população nunca deve se aproximar ou tocar em animais marinhos encalhados, vivos ou mortos. No caso de animais em óbito, os principais perigos são:
Corpos em decomposição concentram uma quantidade massiva de bactérias e patógenos que podem transmitir doenças graves aos seres humanos. Devido ao acúmulo interno de gases gerados pela putrefação, a carcaça pode se romper abruptamente, expelindo materiais orgânicos com força e causando acidentes graves a quem estiver por perto.
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