Análise “A Colega Perfeita” (2026)

Critica de Filmes Humor

A comédia universitária da filha do Adam Sandler, Sadie Sandler peca pelo ritmo e um humor enfadonho

Nesse filme da Netflix e da Happy Madison, é uma comédia sobre a jovem universitária Devon (Sadie Sandler) que tem dificuldades para fazer amigos, ela não é bem aceita pelo pessoal do campus, mas é amada pela família.

Tudo parece se resolver quando surge Celeste (Chloe East) que se torna colega de quarto de Devon, a amiga que ela sempre sonhou, mas o tempo vai passando, e Celeste se mostra folgada, usando as roupas da Devon, transando na cama dela, e muitas mentiras vai sendo descoberta, e o sonho de Devon vira um pesadelo, que ela quer se livrar imediatamente.

O filme vai se aprofundando e mudando o estilo de uma forma mal conduzida, o que começa de uma camada de estilo adolescente vai entrando em um humor mais acido, criando umas reviravoltas.

A premissa é meio sem sentido, lembra as comédias toscas do próprio Adam Sandler, onde vai passando o tempo e o que é chato, cada vez se torna mais chato, pra se ter uma ideia a história de Devon e Celeste está sendo contada para duas alunas briguentas pela reitora do campus (Sarah Sherman) como uma forma de unirem e de conscientizar as alunas, e no meio disso surge cenas pastelonas com aquele humor irritante.

A direção da Chandler Levack é muito insegura, ela não mantém uma linha de regularidade, é algo muito perdido, a montagem é desconexa, a produção erra em grandes aspectos técnicos.

O roteiro que quer enfiar na sua mente uma critica sobre bullying, amizade tóxica, é mal desenvolvido, o tema é bom, mas não souberem fazer de uma maneira reflexiva.

Sadie Sandler e Chloe East conseguem até entregar boas atuações para personagens que se perdem na história, mas falando em personagem, a maioria é bem caricato.

Mais um filme bem ruim da produtora Happy Madison.

No elenco também tem Natasha Lyonne, Nick Kroll, Storm Reid, Martin Herlihy, Josh Segarra, Carol Kane, Janeane Garofalo, Steve Buscemi, Bailee Madison, Bella Murphy, Jaya Harper, Billy Brik, Ivy Wolk, Aidan Langford, Francesca Scorsese.

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1 thought on “Análise “A Colega Perfeita” (2026)”

  1. Essa moça é uma autêntica nepo baby. Essa foi a primeira vez que ouvi falar dela. Nada contra o pai dela, pois gostei de alguns filmes dele. O Sandler pai tem alguns filmes bem fracos, e outros mais assistíveis. Um que não gostei foi Cada Um Tem a Gêmea Que Merece, com o Al Pacino no elenco. Percebi que o Pacino aceitou participar do projeto só pelo cachê. Todo mundo tem boletos para pagar. Parabéns pela resenha!

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