Análise “Ponto Sem Retorno” (2026)

Critica de Filmes

Uma ficção pós apocalíptica, se focando no drama e questões morais, fazendo um filme básico.

Em 2035, depois de o mundo ter passado por uma pandemia Mortal, a sobrevivência humana e recursos da terra é um grande desafio.

O piloto viúvo (Jacob Elordi) com seu cachorro Jasper é um dos sobreviventes que procura recursos para seguir com sua vida, ele conta com o apoio do fuzileiro Bangley (Josh Brolin), eles precisam se proteger constantemente do ataque de invasores.

Com o tempo se passando, Hig conhece Cima ( Margareth Qualley) e seu pai Pops (Guy Pearce) que passam a ajudar ele na tarefa de sobrevivência.
O filme tem ação, tiros, explosões, mas o grande foco é mais o drama da sobrevivência, com muitos pontos em abertos, alguns momentos tristes, outros totalmente previsível, ao pouco do estilo de lembrar Mad Max.

Contando novamente com a boa direção de Ridley Scott que usa desde planos abertos, gerais, plongée e Contra-plongée, planos fechados e zooms, e também muito com paleta de cores cinza, verde, marrom para simbolizar mais a natureza.
Longe dos melhores filmes do Ridley Scott, mas é um filme que faz bem sua parte e consegue ser agradável.
Uma ação mais simples e um roteiro básico e nada inovador mas com proposta aceitável.
No elenco também estão Benedict Wong, Allison Janney, Sebastian Rokison-Woodall, Alara-Star Khan, Ewen Bremner, James Craze, Sam Spruell, Sai Bennett, Sebastian Rokison-Woodall, Brendan O’Rourke, Hideki Andrea Yamamoto.

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