Análise “Perseguição em Chicago” (1997)

Critica de Filmes

Um thriller mediano dos anos 90 com a direção do Mark L. Lester.

Estrelada por Graig Sheffer que era um ator que teve papéis de mais destaque no início de sua carreira, mas depois partiu pros filmes b e independentes, esse filme dirigido por Mark L. Lester que tomou o mesmo rumo de Graig, ele dirigiu grandes filmes como Comando Para Matar, Chamas da Vingança (1984), Massacre no Bairro Japonês, mas depois foi dirigindo filmes de orçamentos menores e produções de ação mais modestas.

Nessa obra temos o escritor Connor McEwen ( Graig Sheffer), que está em processo de divórcio e presencia um assassinato de um comerciante de joias argentino, morto por criminosos argentinos em Chicago, Connor consegue escapar e avisar a polícia, e faz o reconhecimento facial mandando o criminoso para cadeia.
Tudo parece resolvido, mas aparece Nikki (Brigitte Bako) que diz que ele se confundiu no reconhecimento e colocou o homem errado na prisão, esse homem é esposo dela e eles tem um filho.
Connor tenta corrigir a situação e passa a ser perseguido por Hector (Costas Mandylor).
Connor e Nikki se envolvem, mas vai passando o tempo, e descobre mentiras, e o filme vai ganhando reviravoltas.
Uma produção bem fraca, um roteiro bem ao nivel de telefilme, com locações baratas, mas cenários até interessantes, como aeroportos e estações de trem, mas um filme daqueles padrão que passava em Supercine ou sessão Made For TV do SBT.
Roteiro batido, com visual bem engraçado de Graig Sheffer.

A produção de suspense e ação lançada diretamente em Home Video, não consegue

A produção de suspense e ação lançada diretamente em Home Video, não consegue engatar no seu clímax, roteiro tenta ser mais investigativo e uma trilha que tenta gerar mais suspense, mas cai no marasmo de sempre.

Utilizando de Planos detalhe, contra-plongée e até câmera na mão, fazendo clima de sombras, utilizando cenas mais escuras e cenarios mais fechados para construir um clima mais de suspense, construindo uma camada mais noir.
Um filme B que serve como distração de razoável para baixo.

No elenco também estão Torri Higginson, Maurice Godin, Heidi von Palleske, Evan Sabba, Dan Lett, Frank Pellegrino.

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