Segundo Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), O Brasil pode enfrentar pelo menos seis ondas de calor extremo entre setembro e dezembro de 2026. E esse número pode ser ainda maior se o El Niño se intensifique ainda mais nos próximos meses.
Eles tomaram como base o histórico de 47 anos de registros climáticos. Os pesquisadores alertam que as ondas de calor estão se tornando ainda mais frequentes, prolongadas e abrangentes e com potencial de atingir quase todo o território brasileiro.
O calor contínuo deverá agravar a estiagem nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Atualmente, mais de 35% das cidades brasileiras já se encontram em alto risco de focos de incêndio. Com o impacto na agricultura sobre o preço dos alimentos, como: carnes e hortaliças em um pico de até 6 meses. E a falta de chuvas pode reduzir o nível dos reservatórios das hidroelétricas, forçando o acionamento de térmicas e aumentando a conta de luz via bandeiras tarifárias.
Além disso, se tivermos períodos com pelo menos 3 dias consecutivos de temperaturas muito altas, isso aumenta os casos de desidratação, estresse térmico e agravam as doenças crônicas cardíacas e renais, principalmente nas crianças e nos idosos.
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