Análise: Viva Marília (2026)

Critica de Filmes Documentário

Estreia amanhã (10) em grande circuito nacional o documentário ” Viva Marília ( 2026) direção de Zelito Vianna( Villa-Lobos) com produção do Canal Brasil e Globonews.

O documentário resgata imagens de arquivos , da vida e obra da estrela do teatro, cinema e teledramaturgia brasileira ” Marília Perâ ” que nos deixou no ano de 2015.

O longa, tenta fazer o resgate do trabalho da atriz Marília Perâ, dentro do âmbito da TV, onde deu vida a vários personagens marcantes como em ” Brega e Chique ( 1987) e ” Cobras e Lagartos ( 2006) e no cinema nos longas ” Pixote: A Lei do Mais Fraco (1980) ; O Rei da Noite ( 1975) ambos de Hector Babenco.

Outra parceria com o diretor Cacá Diegues em ” Dias Melhores Virão ( 1990) e Tieta do Agreste (1996)

Um dos pontos fortes do documentário, é não deixar se levar , para um lado melodramático, como por exemplos, mostrar depoimentos de amigos e familiares, que é um artifício sempre recorrente em outras produções.

O ponto essencial do longa está mais para reverenciar a memória da atriz, dentro de sua perspectiva subjetiva sobre sua trajetória de vida.

Em razão de ser uma produção do Grupo Globo, acabou , trazendo muitos de seus trabalhos na casa, sendo o último a série ” Pé Na Cova ( 2013-2015) e a novela Aquele Beijo ( 2011-2012).

Ficou de fora citações de outros trabalhos de outras emissoras como ” Tocaia Grande ( 1995) na qual contracenou com o ator e humorista Agildo Ribeiro.

Marília, foi responsável pela adaptação teatral de ” O Mistério de Irma Vap” nos anos 80, que ficou um bom tempo em cartaz, na qual ela dirigia Marco Nanini e Ney Latorraca, que se tornou um marco em referência de adaptação estrangeira no Brasil.

O Canal Caçadores de Cinema, trouxe uma crítica em vídeo, e lembrando que a estreia ocorre amanhã (10) nos melhores cinemas

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