O jornalista e escritor Zuenir Ventura morreu nesta terça, dia 22 de Setembro, aos 95 anos, em sua casa no Rio de Janeiro. A Academia Brasileira de Letras (ABL), da qual era membro desde 2015, confirmou que a causa da morte foi uma pneumonia. O velório será nesta quarta, dia 23 de Setembro, na sede da Academia Brasileira de Letras, no centro do Rio. E o Sepultamento será no Cemitério de São João Batista.
Zuenir foi uma das maiores referências do jornalista e da literatura de não ficção no país, com mais de 60 anos de uma carreira marcada pela defesa dos direitos humanos.
Ele nasceu em Além Paraíba em Minas Gerais em 1931 e trabalhou como pintor de paredes, office-boy e professor universitário antes de se consolidar como jornalista e escritor. Na imprensa, Zuenir trabalhou em veículos como Jornal do Brasil, Tribuna da Imprensa, revista Veja e Isto é, além de ser colunista do jornal O Globo.
Suas principais obras literárias e reportagens foram: 1968: O ano que não terminou. Cidade Partida. Chico Mendes: Crime e Castigo. Inveja: Mal Secreto, Minhas histórias dos outros.
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