O pelotão internacional irá à Venezuela para encerrar a temporada no asfalto. Nove equipes estrangeiras, entre elas cinco que figuram entre as 10 melhores do circuito continental, darão a largada na 63ª edição da Vuelta Ciclista à Venezuela, prova que, entre 4 e 11 de outubro, percorrerá oito etapas pelas região central do país.
Para as equipes visitantes, o evento não representa apenas uma etapa no calendário caribenho: ele concede os pontos decisivos que definirão a classificação individual e coletiva do UCI America Tour antes do recesso anual. Essa importância matemática explica a presença de equipes consolidadas na região, como a equatoriana Best PC, a equipe brasileira Localiza Meoo / Swift Pro Cycling e os chilenos da Plus Performance – Zeo Sport.
Colombia, habitual animador y referencia en el ciclismo sudamericano, presentará la delegación más nutrida con cuatro formaciones. En la primera línea figuran el GW Erco Sportfitness y el Team Sistecrédito (dos de los proyectos de mayor rodaje en el calendario andino), complementados por Level Up y Team Spartak. El pelotón cruzará también fronteras extrarregionales con la llegada de la selección nacional de Cuba y el salto transatlántico del equipo continental portugués Tavfer.
O percurso unirá os estados de Trujillo, Lara, Portuguesa, Yaracuy, Carabobo e Aragua, um trajeto que alternará terrenos planos assolados por altas temperaturas e trechos de altitude média, onde o controle da corrida costuma se desintegrar. Fundada em 1963, a prova venezuelana colocará os anfitriões diante de um desafio tático imediato contra adversários acostumados a disputar as classificações internacionais.
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