Victor Cronos vira vampiro em produção de Halloween na Europa e leva performance inédita à Alemanha

Música

Ao lado dos amigos Gabriel e Máximo, o cantor brasileiro criou personagens inspirados no cinema de terror, com figurinos, maquiagem e uma produção visual que mistura moda e ficção. Para a ocasião, também preparou um repertório autoral com uma composição inédita.

O convite partiu do empresário Tim, que conheceu o trabalho de Cronos pela internet. A aproximação rendeu uma primeira apresentação em Budapeste, na Hungria, durante o verão europeu. Desta vez, o artista foi convidado para uma festa privada em Düsseldorf, que também celebrou o aniversário do anfitrião e reuniu quatro atrações musicais de estilos diferentes.

A pedido da organização, Victor desenvolveu um show com atenção especial à voz e à interpretação, explorando uma proposta diferente de suas apresentações anteriores. “É um formato particular dentro da minha trajetória e uma maneira de mostrar outra dimensão do meu trabalho”, contou o cantor.

Batizado de The Three Vampires, o projeto criado por Victor, Gabriel e Máximo ganhou uma história fictícia que mistura terror, humor ácido e provocação. Na trama, Gabriel é o primeiro a se transformar em vampiro. Após retornar de uma corrida coberto de sangue, ele surpreende os amigos com uma resposta inesperada: “I just had a snack”. Victor é o próximo a se transformar, enquanto Máximo completa o trio durante um misterioso jantar à luz de velas.

“Assim nasceu nossa pequena família de monstros: três vampiros progressistas, enviados por Lúcifer para desafiar a velha ordem. O figurino e a maquiagem dão corpo a essa mitologia, entre o glamour sombrio e o absurdo”, brincou Cronos.

A história também inspirou uma produção visual comandada por Gabriel, à frente da produtora Barbatana, com a colaboração de um fotógrafo indiano e uma maquiadora. O projeto foi dividido em duas frentes: registros documentais da preparação no hotel, dos bastidores e da apresentação, além de um ensaio editorial com estética cinematográfica de terror. Entre os materiais estão imagens dos personagens Pinky e Angel, apresentados em capas fictícias de revista que remetem às publicações clássicas do gênero.

“O que mais me interessa é essa fronteira entre realidade e ficção: mostrar não só o resultado, mas a construção de uma identidade artística. Queremos contar uma história em imagens e talvez deixar o público sem saber exatamente onde termina Victor e começa o vampiro”, afirmou.

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