Análise do filme: Irene, a Teimosa. (1936)

Critica de Filmes

Dirigido por Gregory La Cava e estrelado por Carole Lombard, William Powell, Gail Patrick, Alice Brady, Jean Dixon e Eugene Pallette.

É uma das melhores comédias românticas da década de 1930. Na época que foi filmado, Carole Lombard já tinha sido casada com William Powell e os dois tinham uma química interessante. No filme, ela é Irene Bullock, uma mulher rica, impulsiva é apaixonada por Godfrey Smith (William Powell).

Na época da Grande depressão em meio à sofisticação e a frivolidade da alta sociedade nova-iorquina, Irene Bullock, herdeira de uma das famílias mais excêntricas da cidade, participa de um jogo promovido em uma festa luxuosa: uma caça ao tesouro humano. O objetivo do jogo é levar para a mansão da família alguém considerado um “esquecido”, ou ainda um morador de rua.

E é assim que Irene conhece Godfrey Smith, um homem que estava mal vestido e parecendo um mendigo, mas educado, articulado e misteriosamente refinado que vive em um lugar precário próximo ao rio Hudson.

Indignado com o desrespeito de Cornélia (Gail Patrick), a irmã mais velha e esnobe de Irene, Godfrey aceita acompanhar Irene, não pelo prêmio, mas porque ela o trata com dignidade e isso o surpreendeu.

Impressionada com a postura dele, Irene o contrata como mordomo da família Bullock. Ao chegar a Mansão, Godfrey se vê envolvido em um turbilhão de comportamentos excêntricos. Uma mãe obcecada por homens mais novos, um pai desesperado com os gastos da família. E Irene? Ela já se encontra emocional, dramática e intensamente apaixonada por ele.

Com o passar do tempo, Godfrey começa a impor ordem na casa. Com a elegância e firmeza que ele sempre teve. Ao mesmo tempo em que tenta resistir às investidas românticas e impulsivas de Irene. E a família começa a mudar, mostrando valores de responsabilidade e empatia.

Porém Godfrey não é um “esquecido”, como todos pensavam e sim, um homem importante no passado, cuja queda social estava ligada ao colapso econômico do País. Quando sua verdadeira história vem à tona, Irene finalmente percebe o quanto o homem do qual tinha se apaixonado era importante. E aí, usa toda a sua teimosia para provar que os dois pertencem um ao outro.

O filme mostra com momentos de humor, ternura como dois mundos aparentemente incompatíveis podem se transformar através de empatia, humor e uma pequena dose de insistência amorosa como foi o caso de Irene.

Eu já assisti a esse filme várias vezes e sempre me divirto muito. As insistências de Irene me fazem rir muito. Carole Lombard era uma ótima atriz. Que pena que teve aquele trágico acidente aéreo em 1942.

E aí? O que vocês acharam do filme? Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo a todos e até a próxima matéria.

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