Análise “A Dama da Lotação” (1978)

Critica de Filmes

Mais um clássico do cinema Brasileiro, um grande sucesso de bilheteria do cinema brasileiro dirigido por Neville de Almeida

“Doutor, eu quero sofrer, mas não consigo. Eu quero sofrer! Mas casamento não tem nada a ver com sexo, meu filho. Veja sua mãe, por exemplo. Ela foi a melhor esposa do mundo, justamente porque era fria. Era uma santa, porque era fria. Se todos soubessem como é a vida sexual dos outros, do vizinho, etc; ninguém mais olharia na cara um do outro”. Eis apenas alguns exemplos dos impagáveis diálogos que permeiam “A Dama do Lotação” (1978), adaptação cinematográfica do texto rodrigueano, realizada por Neville D’Almeida. Sônia Braga, então musa suprema do Cinema e TV brasileira, dispensa maiores comentários. Destaque também para a presença do saudoso Jorge Dória (sempre divertidíssimo em cena) e também para a inesquecível trilha sonora (tema principal) composta por “Caê” e executada pelo excelente A Cor do Som. Obs: ainda hoje, uma das maiores bilheterias da história do cinema brasileiro. Outros tempos, outros dias.

No elenco também tem Nuno Leal Maia, Ivan Setta, Paulo César Pereio, Roberto Bonfim, Márcia Lessin Rodrigues, Cláudio Marzo, Yara Amaral, Paulo Villaça, Rodolfo Arena, Waldir Onofre, Thaís de Andrade.

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